sábado, 31 de janeiro de 2009

QUEM CONTA UM CONTO... ALIMENTA UM SONHO

APRESENTAÇÃO: O Ato de ler é um processo de construção de significados a partir de um texto. Assim, a relação que a criança estabelece com as histórias infantis é bastante peculiar pois desperta interesse e provoca descobertas de forma lúdica.
O trabalho surgiu com o propósito de reforçar em nas crianças o hábito da leitura, proporcionando a familiarização delas com as palavras de forma prazerosa e o desenvolvimento de seu potencial crítico e criativo.

JUSTIFICATIVA: As histórias infantis têm o poder de suscitar o imaginário, de responder a curiosidade em relação a tantas perguntas, descobrir outros lugares, outros tempos, outros jeitos de agir e de ser. É ouvindo ou lendo histórias que se podem sentir emoções importantes, como a tristeza, a raiva, o medo, a alegria, e tantas outras mais, e viver profundamente tudo que as narrativas provocam e, assim, esclarecer melhor as próprias dificuldades ou encontrar um caminho para a solução delas.

OBJETIVO:
Despertar o gosto pela leitura e escrita.
Partilhar a leitura com as pessoas da comunidade, entendendo-a como instrumento de cidadania.

METODOLOGIA:
O projeto realiza-se no contexto escolar: as crianças lêem histórias contadas pela professora, leituras, dramatizações, recontam histórias, participam de momentos na biblioteca, ginásticas historiada, teatros, produções coletivas, montagem de livros. E no contexto familiar: lêem, semanalmente, a história escolhida na quinta-feira pela criança e compartilhada na segunda-feira seguinte com a turma.

CONCLUSÃO:
Os contos de fadas e os contos atuais são importantes na formação das crianças porque ajudam a situá-las no mundo, descobrir e conviver com sentimentos e emoções. É, também, através da literatura que a criança entra em contato com o mundo da escrita de forma de forma prazerosa, despertando o hábito pela leitura e proporcionando a familiarização com o mundo das palavras.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

A importância do Supervisor no contexto escolar


O processo educativo envolve uma diversidade de fatores interligados que possuem uma grande abrangência humana e social. Os fatos que ocorrem durante esse processo necessitam ser tratados adequadamente, ou seja, de forma correta e no momento exato. E, em educação, para que isso possa acontecer é indispensável que se tracem linhas de ação definidas e coerentes. O acaso não pode figurar, nem deve, como única fonte de estímulo e direção da ação educativa.As diferenças individuais e a diversidade de fatos que ocorrem no processo educacional sistematizado, do qual a escola detém a maior responsabilidade, leva a constatação da importância da unificação de esforços da mesma, em termos de consecução dos fins da educação. Surge, então, no contexto escolar, a necessidade de um profissional que, uma vez organizado, possa propiciar atividades de planejamento, de orientação, de acompanhamento, de controle e de avaliação, em relação à ação docente.No contexto de cada sistema de ensino, este profissional é o Supervisor Escolar ou Educacional. Há ainda, quem o denomine Coordenador Pedagógico. Este profissional, responsável pelo Serviço de Supervisão Escolar - SSE, deve estruturar e dinamizar suas ações levando em conta aspectos que facilitem a busca pela melhoria da qualidade do ensino-aprendizagem, tendo sempre em vista o aperfeiçoamento do processo educativo.Muitas são as razões que, traduzidas em necessidades, são apresentadas como determinantes básicos da importância de uma adequada estruturação e dinamização do Serviço de Supervisão Escolar.Entre elas, destacam-se:

  • a necessidade de garantir a observância da política e da filosofia educacional vigente;
  • a necessidade de manter, a nível de escola, a unidade, a seqüência e a integração curriculares, com relação às séries, aos conteúdos e à metodologia adotada;
  • a necessidade de estimular a manutenção de um clima favorável ao processo educativo;
  • a necessidade de favorecer a realização do professor como pessoa, como profissional responsável pelo processo ensino-aprendizagem, como educador, ligado diretamente ao aluno;
  • a necessidade de promover a renovação do professor como dinamizador de uma metodologia de ensino, como especialista de uma área do conhecimento, como elemento de divulgação de cultura.

Essas, entre outras razões, nos levam a situar o Serviço de Supervisão Escolar como um serviço de fundamental importância para a consecução do processo ensino-aprendizagem e a efetivação do processo educativo na escola e no sistema de ensino, bem como, é justificável pensar o mesmo do profissional responsável pelo SSE.

Identificando Algumas Características Do Serviço De Supervisão Escolar



O SSE é o serviço integrante do sistema escolar que tem como finalidade precípua a melhoria da qualidade do ensino-aprendizagem. Cabe, assim, aos supervisores escolares a responsabilidade de atuar junto aos professores e aos demais especialistas que possam existir na escola. Essa atuação deve desenvolver-se com vistas a promover condições favoráveis à ocorrência dessa melhoria, vindo a direcionar-se, preferencialmente, ao aspecto qualitativo do processo ensino-aprendizagem.Essa finalidade fundamental do SSE deve ser colocada em prática pelo Supervisor como uma meta que, dia a dia, deve ser atingida. E é somente através de uma dinâmica que tenha por suporte uma estrutura definida que se terá condições de atingí-la. Com vistas ao alcance dessa finalidade a estruturação do SSE deve fundamentar-se em algumas características que lhe são inerentes. Essas características despontam, pois, como indispensáveis a seu adequado funcionamento. Cabe aos supervisores identificá-las e mantê-las ou até mesmo imprimí-las no funcionamento do serviço. São elas:. DINAMICIDADE – que se revela na ação contínua e flexível, que busca o alcance dos ideais educativos, envolvendo, portanto, todas as contribuições que favorecem o aperfeiçoamento do processo ensino-aprendizagem;. CRIATIVIDADE – que se revela na força de transformação da problemática do dia a dia em fonte de inspiração e propulsão para novas buscas, para novos posicionamentos e encontro de novas soluções;. CIENTIFICIDADE – que se revela na busca de fundamentos teóricos para a reflexão metódica em torno da organização e da atuação sistemática do serviço;. ORGANICIDADE – que se revela na tentativa de ordenar e hierarquizar todas as informações, sugestões e esforços que possam ser úteis ao serviço e ao processo ensino-aprendizagem, de forma a constituir um verdadeiro sistema aberto de ações;. UNIDADE – que se revela pela ação unificadora em direção aos princípios, fins e filosofia da educação, buscando a coesão em torno da proposta pedagógica da escola e mantendo, como atributos, a integração técnico-pedagógica, o apoio mútuo e a interdisciplinaridade.Como conseqüências da realidade específica de cada escola, podem surgir outras características que devem somar-se as demais. É importante considerar, ainda, que:. o SSE seja visto como um conjunto harmônico;. esse conjunto harmônico seja constituído de elementos interligados;. esses elementos interligados, em ação contínua e permanente, conduzam ao que se pode chamar o princípio norteador da Supervisão;. esse princípio norteador da Supervisão seja traduzido em ação de ORIENTAR, ACOMPANHAR, CONTROLAR e AVALIAR a atividade docente e as demais atividades que com ela se relacionem no contexto escolar.

"A VOCÊ PESSOA ESPECIAL"


"A cada dia que vivo, mais me convenço
de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que,esquivando-se do sofrimento,
perdemos também a felicidade."
Carlos Drummond de Andrade
SEM O AMOR...
"A inteligência sem amor, te faz perverso.
A justiça sem amor, te faz implacável.
A diplomacia sem amor, te faz hipócrita.
O êxito sem amor, te faz arrogante.
A riqueza sem amor, te faz ávaro.
A docilidade sem amor, te faz servil.
A pobreza sem amor, te faz orgulhoso.
A beleza sem amor, te faz fútil.
A autoridade sem amor, te faz tirano.
O trabalho sem amor, te faz escravo.
A simplicidade sem amor, te deprecia.
A oração sem amor, te faz introvertido e sem propósito.
A lei sem amor, te escraviza.
A política sem amor, te deixa egoísta.
A fé sem amor, te deixa fanático.
A cruz sem amor, se converte em tortura.
A vida sem amor... não tem sentido!"
Autor desconhecido.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

DINAMICAS- UM CARINHO AS AMIGAS DA COMUNIDADE SAF IV

A PALAVRA QUE TRANFORMA
OBJETIVO : Fazer o grupo refletir de que forma assimilamos a PALAVRA DE DEUS em nossas vidas.
MATERIAL : um bolinha de isopor, um giz, um vidrinho de remédio vazio, uma esoponja e uma vazilha com água.
DESENVOLVIMENTO :
Explicar que a água é a Palavra de Deus e os objetos somos nós.
Dê um objeto para cada pessoa.
Colocar 1º a bolinha de isopor na água.
Refletir : o isopor não afunda e nem absorve a água. Como nós absorvemos a Palavra de Deus ? Somos também impermeáveis ?
Mergulhar o giz na água.
Refletir : o giz retém a água só para si, sem repartir. E nós?
Encher de água o vidrinho de remédio. Despejar toda toda a água que ele se encheu.
Refletir : o vidrinho tinha água só para passar para os outros, mas sem guardar nada para si mesmo. E nós ?
Mergulhar a esponja e espremer a água.
Refletir: a esponja absorve bem a água e mesmo espremendo ela continua molhada.
ILUMINAÇÃO BÍBLICA : Is 40,8 ; Mt 7,24 ; 2Tm 3,16

O barco
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.
Material: Uma folha em branco para cada um.
Descrição: Somos chamados por Deus à vida, e esta nossa vida nós podemos representar como um barco que navega em alto mar. (fazer o barco de papel). Há momentos da nossa vida que este mar se mostra calmo, mas em muitos momentos nós navegamos por entre tempestades que quase nos leva à naufragar. Para não corrermos o risco de naufragar precisamos equilibrar bem o peso de nosso barco, e para isso vejamos o que pode estar pesando dentro desse barco. O barco pesa do lado direito. São as influências do mundo. Ex: Ambição, drogas, televisão, inveja, etv. Vamos tirar de dentro do nosso barco tudo isso para que ele se equilibre novamente. (Cortar a ponta do lado direito do barco) Navegamos mais um pouco e de repente percebemos que o outro agora é que está pesado, precisamos tirar mais alguma coisa deste barco. Deste lado do barco está pesando: Egoísmo, infidelidade, impaciência, desamor, falta de oração, etc. (Cortar a ponta do lado esquerdo do barco) Percebemos agora que existe uma parte do barco que aponta prá cima, é a nossa fé em Jesus que nós queremos ter sempre dentro do nosso barco, esta nossa fé nós vamos guardar e cuidar com carinho para nos sustentar na nossa jornada. (Cortar a ponta de cima do barco e colocar em algum lugar visível) Vamos abrir este nosso barco e ver como ficou (Abrindo parece uma camisa) Está é a camisa do Cristão, somos atletas de Cristo, e como bom atleta que somos temos que usar muito essa camisa para que nosso time sempre vença (colocar alguma coisa sobre o nosso dever de ser cristão) Depois de suarmos esta camisa, nós podemos ter certeza disto (Abrir a camisa e mostrar a cruz vazia que mostra a morte e ressurreiçao ) Só conseguiremos esta salvação se assumir-mos a proposta de Cristo (Olhando através da cruz podemos ver o sacrificio de Jesus) Como vamos nos manter firmes nesta caminhada de cristão não deixando que nosso barco afunde. Temos que nos alimentar, e aqui está o único e verdadeiro alimento para nossa alma, que nos faz fortes e perseverantes (Esta pontinha do barco que guardamos - mostrar e perguntar o que é, resposta: ORAÇÃO- está é a certeza que Jesus estará sempre dentro do nosso barco para enfrentar conosco qualquer tempestade). Obs.: Os quatro pedaços de papel que retiramos da ponta do barco são os remos. Nós usamos dois remos e os outros dois remos são de Jesus que está sempre em toda nossa caminhada nos ajudando. (leitura Mt 8, 23 - 27).

DINAMICAS- UM CARINHO AS AMIGAS DA COMUNIDADE SAF III

JUVENTUDE E COMUNICAÇÃO
Objetivo : Criar comunicação fraterna e madura.
Desenvolvimento: distribuir aos participantes papel e convidá-los a fazer um desenho de um homem e uma mulher. Anotar na figura: Diante dos olhos : as coisas que viu e mais o impressionaram. Diante da boca : 3 expressões (palavras, atitudes) dos quais se arrependeu ao longo da sua vida. Diante da cabeça : 3 idéias das quais não abre mão. Diante do coração : 3 grandes amores. Diante das mãos : ações inesquecíveis que realizou. Diante dos pés : piores enroscadas em que se meteu.
Colocar em plenário
- Foi fácil ou difícil esta comunicação? Porque? - Este exercício é uma ajuda? Em que sentido? - Em qual anotação sentiu mais dificuldade? Por que? - Este exercício pode favorecer o diálogo entre as pessoas e o conhecimento de si mesmo? Por que?
Iluminação bíblica : Marcos 7, 32-37
JOGO COMUNITÁRIO
OBJETIVO : Descontrair e ao mesmo tempo ajudar a memorizar o nome dos outros participantes.MATERIAL : uma flor.DESENVOLVIMENTO : os participantes sentam-se em círculo e o animador tem uma flor na mão. Diz para a pessoa que está à sua esquerda : senhor... (diz o nome da pessoa), receba esta flor que o senhor...(diz o nome da pessoa da direita) lhe enviou...E entrega a flor. A pessoa seguinte deve fazer a mesma coisa. Quem trocar ou esquecer algum nome, passará a ser chamado pelo nome de um bicho. Por exemplo, gato. Quando tiverem que se referir a ele, os seus vizinhos, em vez de dizerem seu nome, devem chamá-lo pelo nome do bicho.O animador deve ficar atento e não deixar os participantes entediados. Quanto mais rápido se faz a entrega da flor, mais engraçado fica o jogo.
AMIGO ANJO
OBJETIVO : Motivar os participantes em sua caminhada de grupo, ajudar a se conhecerem melhor e conhecerem-se uns aos outros.
DESENVOLVIMENTO: A dinâmica é um pouco parecida com "amigo secreto". Se for possível, deverá acontecer durante o ano todo ou por um longo período.
Pegar os nomes dos participantes, colocar numa pequena caixa, e redistribuir aos mesmos. A pessoa não poderá pegar seu próprio nome.
Cada um será o "Amigo Anjo" daquela pessoa que pegou. Deverá mandar mensagens de otimismo quando ela estiver desanimada, elogiar quando fizer alguma coisa boa, ou criticar quando a mesma estiver atrapalhando a caminhada do grupo.
O Amigo Anjo não deverá revelar o seu verdadeiro nome. Usará um pseudônimo ou apelido. Deverá ter uma caixa onde todos colocarão suas mensagens para serem distribuídas no final de cada encontro. Depois de um tempo definido pelo grupo deverá acontecer a revelação dos anjos. Depois poderá fazer um novo sorteio.

DINAMICAS UM CARINHO AS AMIGAS DA COMUNIDADE SAF II

Ser Igreja
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.
Material: Agumas bexigas (mais de 3 bexigas)
Descrição: Entregar as bexigas aos participantes e pedir que eles fiquem brincando com as bexigas um passando para o outro sem deixá-las cair no chão. Ir aos poucos retirando cada pessoa do círculo, uma a uma e perceber como aumenta a dificuldade dos últimos para deixar tantas bexigas no ar. Depois de terminada a dinâmica, incentivar o debate e explicar aos adolescentes que a Igreja está dentro de cada um, e que todos devem participar, pois cada um tem um lugar especial na Igreja. A Igreja, assim como as bexigas não podem se sustentar no ar, isto é, sozinha ou com poucas pessoas, ela precisa de todos nós.

Somos criação de Deus
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 30 minutos.
Material: Caneta e papel para todos os participantes
Objetivo: Na adolescência somos facilmente influênciados por nossos amigos. Nesta dinâmica, queremos mostrar que Deus deve ser a principal influência em nossa vida, e que nem sempre agir como o grupo age ou exige é saudável para cada um.
Descrição: Sentados em círculo, cada um recebe uma folha e uma caneta; escreve o nome e faz um desenho que represente a si mesmo (pode ser um boneco de "palitinhos" ou com detalhes), deixar uns 2 a 3 minutos, incentivar os preguiçosos e os tímidos. Observar o desenho: ele está pronto, mais ou menos, o que você gostaria de fazer? Agora cada um passa o desenho para o colega do lado direito, pedir que ele acrescente uma coisa ao desenho, passar novamente para a direita, repetir o processo umas duas ou três vezes. Devolver o desenho ao dono. Observar o que foi acrescentado. Conversar sobre Deus ter nos criado (e repetir essa pergunta: o desenho está pronto, mais ou menos, o que você gostaria de fazer?). O que Deus quer de nós? E as pessoas com quem convivemos, nos influênciam? (O que elas nos dizem pode nos influênciar, o que fazem professores, amigos, acrescentam algo a nós?) Perguntar sobre a característica que nos diferencia das outras pessoas: que temos Cristo como Salvador; desenhar um coração e uma cruz dentro dele na nossa figura. Será que estamos prontos aos olhos de Deus, o que mais falta em nós? (Deixar um minuto de oração siolenciosa onde cada um deve pedir que Deus termine de "desenhá-los").
Dois Círculos
Participantes: Indefinido, mas é importante que seja um número par de pessoas. Se não for o caso, o coordenador da dinâmica pode requisitar um “auxiliar”.
Tempo Estimado: 30 minutos.
Material: uma música animada, tocada ao violão ou com gravador.
Objetivo: motivar um conhecimento inicial, para que as pessoas aprendam aos menos o nome das outras antes de se iniciar uma atividade em comum. Descrição: formam-se dois círculos, um dentro do outro, ambos com o mesmo número de pessoas. Quando começar a tocar a música, cada círculo gira para um lado. Quando a música pára de tocar, as pessoas devem se apresentar para quem parar à sua frente, dizendo o nome e alguma outra informação que o coordenador da dinâmica achar interessante para o momento. Repete-se até que todos tenham se apresentado. A certa altura, pode-se, também, misturar as pessoas dos dois círculos para que mais pessoas possam se conhecer.
A candidatura
Participantes:
grupos de cinco pessoas se houver mais de 10 participantes.
Tempo Estimado: 30 minutos.
Material: papel e caneta.
Objetivo: expressar de maneira simpática o valor que têm as pessoas que trabalham conosco. Descrição: cada grupo deve escolher um candidato para determinada missão. Por exemplo, ser presidente da associação de moradores, ser dirigente de um clube esportivo, etc. Cada participante coloca no papel as virtudes que vê naquela pessoa indicada para o cargo e como deveria fazer a propaganda de sua candidatura. O grupo coloca em comum o que cada um escreveu sobre o candidato e faz uma síntese de suas virtudes. Prepara a campanha eleitoral e, dependendo do tempo disponível, faz uma experiência da campanha prevista. O grupo avalia a din6amica, o candidato diz como se sentiu, O grupo explica por que atribuiu determinadas virtudes e como se sentiram na campanha eleitoral.

DINAMICAS- UM CARINHO PARA AS AMIGAS- COMUNIDADE SAF

Palavra chave Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.
Material: Bíblia.
Descrição: Essa brincadeira segue uma certa lógica que será explicada para o grupo;
A lógica é: Com a palavra chave na mão, deve-se com o auxílio da Bíblia, procurar um versículo que se enquadre com a palavra chave.
Anotar esse versículo e a citação Bíblica.
Exemplo: casamento: No terceiro dia, houve uma festa de casamento em Caná da Galiléia, e a mãe de Jesus estava aí. (Jo 2, 1) Outras sugestões de palavras-chave: pedra, pedreira, pedregulho ("Tu és Pedro") pobre, pobreza ("bem aventurados os pobres...") oração, oratório, templo, culto ("Jesus se afastava da multidão para rezar") criança ("deixai vir a mim os pequeninos) mulher ("tua fé te salvou") semente ("se tu tiver fé do tamanho de um grão de mostarda, serás salvo") ouvido ("as minhas orelhas ouvem a tua voz")

. João Bobo
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.
Material: Pano para vendar os olhos de um menino
Descrição: Forma-se um círculo com todos os participantes. Um deles somente deve ficar de fora. Nada deve ser explicado até nesse momento. Escolhe-se uma pessoa (ela será o João Bobo - de preferência um menino) e retira da sala. Enquanto isso explica-se a brincadeira para todos os participantes que ficaram na sala. A pessoa escolhida, e que foi retirada da sala, deve ser orientada para não ter medo e para se deixar levar durante a brincadeira. Certifique-a de que não irá se machucar. Só então, traz-se a pessoa ja vendada para dentro da sala, coloca-a no centro do círculo e a brincadeira começa! As pessoas devem empurrá-la devagar, de um lado para o outro, brincando realmente de "João Bobo". Objetivo: O objetivo desse dinâmica é atingido quando há empenho de toda a roda para que o amigo que está no centro não caia. A pessoa vendada deve comentar depois de terminada a dinâmica sobre a confiança que teve que depositar em todo o grupo. Essa dinâmica além de muito divertida, promove união, e confiança entre os membros do grupo. Deve-se refletir também sobre a amizade entre o grupo e com Deus, pois se há um amigo com quem podemos contar, é Deus!

. Nome e significado
Participantes: Indefinido.
Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.
Material: Livro com o significado dos nomes
Descrição: Pesquise os nomes de todas as pessoas do seu grupo, e os significados. Prepare fichas, na forma de quebra-cabeça, uma parte é o nome, a outra é o significado. Distribua duas partes para cada pessoa: pode ser dela mesma, ou outro nome, e sempre com o significado desencontrado. Diga aos participantes que andem pela sala, procurando encontrar pares corretos de nome e significado, montando cada quebra-cabeça numa mesa ou no chão, a medida que encontram os pares; até que todos os nomes tenham sido montados. Cada um deve então pegar o seu próprio nome com o significado correto e depois, um a um lê em voz alta o seu nome e o significado para os demais. Você pode então promover uma conversa com os participantes: Quem se surpreendeu com o significado do seu nome? Porque? Quem passou a gostar mais do seu nome depois de saber o que significa? Por que nosso nome é importante para nós? Será que Deus sabe o nosso nome? O que quer dizer o texto de Isaías "Chamei-te pelo teu nome, tu és meu!" e o que isso tem de importante na nossa vida? Quais eram os nomes de Jesus (Emmanuel, Cristo, Nazareno, etc.) - pesquisar na Bíblia os seus significados, ets.

UMA CRÔNICA SOBRE A SOLIDÃO - UM CARINHO A PROF. E SEGUIDORA DESTE BLOG. LUCIANA

O Livro da SolidãoCecília Meireles


Os senhores todos conhecem a pergunta famosa universalmente repetida: "Que livro escolheria para levar consigo, se tivesse de partir para uma ilha deserta...?"Vêm os que acreditam em exemplos célebres e dizem naturalmente: "Uma história de Napoleão." Mas uma ilha deserta nem sempre é um exílio... Pode ser um passatempo...Os que nunca tiveram tempo para fazer leituras grandes, pensam em obras de muitos volumes. É certo que numa ilha deserta é preciso encher o tempo... E lembram-se das Vidas de Plutarco, dos Ensaios de Montaigne, ou, se são mais cientistas que filósofos, da obra completa de Pasteur. Se são uma boa mescla de vida e sonho, pensam em toda a produção de Goethe, de Dostoievski, de Ibsen. Ou na Bíblia. Ou nas Mil e uma noites.Pois eu creio que todos esses livros, embora esplêndidos, acabariam fatigando; e, se Deus me concedesse a mercê de morar numa ilha deserta (deserta, mas com relativo conforto, está claro — poltronas, chá, luz elétrica, ar condicionado) o que levava comigo era um Dicionário. Dicionário de qualquer língua, até com algumas folhas soltas; mas um Dicionário.Não sei se muita gente haverá reparado nisso — mas o Dicionário é um dos livros mais poéticos, se não mesmo o mais poético dos livros. O Dicionário tem dentro de si o Universo completo.
Logo que uma noção humana toma forma de palavra — que é o que dá existência ás noções — vai habitar o Dicionário. As noções velhas vão ficando, com seus sestros de gente antiga, suas rugas, seus vestidos fora de moda; as noções novas vão chegando, com suas petulâncias, seus arrebiques, às vezes, sua rusticidade, sua grosseria. E tudo se vai arrumando direitinho, não pela ordem de chegada, como os candidatos a lugares nos ônibus, mas pela ordem alfabética, como nas listas de pessoas importantes, quando não se quer magoar ninguém...O Dicionário é o mais democrático dos livros. Muito recomendável, portanto, na atualidade. Ali, o que governa é a disciplina das letras. Barão vem antes de conde, conde antes de duque, duque antes de rei. Sem falar que antes do rei também está o presidente.O Dicionário responde a todas as curiosidades, e tem caminhos para todas as filosofias. Vemos as famílias de palavras, longas, acomodadas na sua semelhança, — e de repente os vizinhos tão diversos! Nem sempre elegantes, nem sempre decentes, — mas obedecendo á lei das letras, cabalística como a dos números...
O Dicionário explica a alma dos vocábulos: a sua hereditariedade e as suas mutações.E as surpresas de palavras que nunca se tinham visto nem ouvido! Raridades, horrores, maravilhas...Tudo isto num dicionário barato — porque os outros têm exemplos, frases que se podem decorar, para empregar nos artigos ou nas conversas eruditas, e assombrar os ouvintes e os leitores...A minha pena é que não ensinem as crianças a amar o Dicionário. Ele contém todos os gêneros literários, pois cada palavra tem seu halo e seu destino — umas vão para aventuras, outras para viagens, outras para novelas, outras para poesia, umas para a história, outras para o teatro. E como o bom uso das palavras e o bom uso do pensamento são uma coisa só e a mesma coisa, conhecer o sentido de cada uma é conduzir-se entre claridades, é construir mundos tendo como laboratório o Dicionário, onde jazem, catalogados, todos os necessários elementos.Eu levaria o Dicionário para a ilha deserta. O tempo passaria docemente, enquanto eu passeasse por entre nomes conhecidos e desconhecidos, nomes, sementes e pensamentos e sementes das flores de retórica.Poderia louvar melhor os amigos, e melhor perdoar os inimigos, porque o mecanismo da minha linguagem estaria mais ajustado nas suas molas complicadíssimas. E sobretudo, sabendo que germes pode conter uma palavra, cultivaria o silêncio, privilégio dos deuses, e ventura suprema dos homens.


(SÃO PAULO, FOLHA DA MANHÃ, 11 DE JULHO DE 1948.)

ATIVIDADES DE INGLES - um carinho para Geisa e Janny








Sugestao do Blog; Luzimara Prazer em ensinar- Parabens pelo trabalho lindo!!!Beijo carinhoso

ATIVIDADES PARA BERÇARIO


ATIVIDADES PARA BERÇARIO I

Professores e alunos do CMEI" SAO FRANCISCO DE ASSIS" SANTA LEOPOLDINA- ES

Esconde-Esconde (para bebês) Cadê o ursinho? Ele sumiu, mas não é para sempre. IDADE: A partir de 6 meses.

O QUE DESENVOLVE: Noção de que as pessoas e os objetos continuam existindo mesmo quando saem do campo de visão.

COMO BRINCAR: Se esconda atrás de uma porta ou de algum objeto grande e chame o bebê, fazendo com que ele procure você. Apareça novamente. Cubra a sua cabeça com um pano e chame a criança pelo nome. Depois de alguns segundos, retire o pano. Esconda um objeto que o bebê goste, como um ursinho, e pergunte: “Cadê o ursinho? Onde ele está?” Incentive a criança a procurá-lo. Depois, mostre o objeto. Essa atividade ajuda a criança a compreender a ausência dos pais quando eles saem, por exemplo, para trabalhar.

Encaixes (para bebês) Uma caixa dentro da outra e o bebê aprende o que é grande, pequeno, leve e pesado. _ IDADE :A partir de 6 meses.

O QUE DESENVOLVE: Noção de tamanho e de peso.
BRINQUEDO:
Caixas de papelão e potes plásticos de vários tamanhos e formatos. _ COMO BRINCAR : Coloque um pote dentro do outro, mostrando que o menor cabe dentro do maior. Vire os potinhos de ponta-cabeça e coloque um sobre o outro até formar uma torre. Deixe a criança brincar à vontade com os potes e colocar as mãozinhas dentro deles. Quando ela pegar um pote sozinha ou dois deles (um dentro do outro), vai perceber a diferença de peso. Você pode fazer: Monte cubos de diferentes tamanhos com caixas de leite. Recorte o papelão e emende as laterais com fita crepe. Depois, pinte
Cores (para bebês) Blocos de espuma azuis e vermelhos... Um em cima do outro e, de repente, todos no chão! IDADE: A partir de 3 meses.
O QUE DESENVOLVE :
Coordenação motora e a visão, que começa a ficar mais nítida a partir do terceiro mês.
BRINQUEDO :Blocos coloridos de espuma.
COMO BRINCAR:
Movimente os blocos, coloque uns sobre os outros. Deixe a criança segurá-los e derrubá-los.
ESTE VOCÊ FAZ: Corte o fundo de duas garrafas PET transparentes e coloque papel crepom picado, de diferentes cores e tamanhos, dentro desses recipientes. Junte um ao outro com fita adesiva. Também é possível usar água, óleo e purpurina. Utilize vasilhames de diferentes tamanhos para que o bebê perceba que sua mão envolve o objeto de várias maneiras.

PEGADAS COM TEXTURAS - BERÇARISTA




Sugestao colhida no BLOG PRAZER DE ENSINAR: BERÇARIO PARABENS LUZIMARA PELO BEL TRABALHO. BEIJO CARINHOSO

"Ler é existir"


"Nenhuma cidadania é completa sem a leitura.
Nenhum povo pode se considerar desenvolvido
sem livros e bibliotecas
acessíveis a todos.
Enfim, não existe democracia,
sem democratização da leitura."

Carlo Carrenho

Vida colorida- Maria Helena Zancan Frantz


Às vezes sinto-me
AZUL:
....acalmo
....acolho
....aconchego
....acalanto.
..................Outros dias quero ser
..................VERMELHO:
.......................inquieto
.......................insolente
.......................insistente
.......................intransigente
......................e mudar tudo de repente.
Mas também gosto de ser
AMARELO:
.....fantasia
.....poesia
.....alegria
.....simpatia
.....luz que a todos contagia.

Tem dias em que acordo
VERDE:
.....vegetal
.....floral
.....natural
.....etecetera e tal.
...................Por vezes descubro-me
..................cinza:
.......................sério
.......................silencioso
.......................sombrio
.......................sem vida
Então, cubro-me de
branco:
.....beleza
.....bondade
.....leveza
.....tranqüilidade
.....e aguardo a nova cor
que vai pintar, com certeza.

Declaração universal dos direitos da criança- Maria Helena Zancan Frantz


Criança tem o direito:
de comer chocolate
e não gostar de abacate
de chorar quando tem dor
e amolar o professor

de ter dor de mentirinha
pra dormir com a mamãezinha
também com barro brincar
sem ter que bronca levar
de ter em casa animais
e tirar o sossego dos pais
de brigar com o irmão
sem ter que pedir perdão
de poder enforcar o banho
e não ter que beijar estranho
Criança tem direitos reais
E quais serão os direitos dos pais?

POEMAS


Menina flor
Maria Helena Zancan Frantz

Menina-flor,
Margarida
singela
alegra a vida.
Menina-flor,
seu nome Rosa
é bela
porém teimosa.
Menina-flor,
Hortência
grande beleza
e pouca ciência.
Menina-flor
Jasmim
é puro perfume
nem liga pra mim.
Menina-flor,
violeta
doce e delicada
porém ciumenta.

O Ensino da Literatura nas Séries Iniciais


.....O professor alfabetizador defronta-se, na maior parte das vezes, com um grande dilema: ele está consciente do enorme compromisso, que tem, de iniciar os seus alunos pelos caminhos da leitura pelo mundo da palavra, e sabe também que da qualidade desse trabalho é que depende, em muito, o sucesso da formação do gosto pela leitura na criança; por outro lado, sente-se despreparado para essa que é a sua mais importante missão. Ocurso que o formou não tratou da leitura e da formação do leitor, nem da literatura infantil, principal instrumento para bem-realizar essa tarefa, com a profundidade e seriedade que esses assuntos merecem.
O professor sente que alguma coisa precisa ser feita além de contar uma historinha de vez em quando e levar os alunos à biblioteca uma vez por semana.
Esse livro tem como objetivo contribuir para que o professor possa realizar essa sua importante tarefa de maneira mais prazerora e eficaz.
FONTE:WWW.LEITURAINFANTIL.CBJ.NET

Vamos Brincar com Poesia?(Atividades criativas com poesias)


..... Este livro apresenta sugestões de atividades diversificadas, lúdicas e criativas para auxiliar o professor a vivenciar com seus alunos momentos prazerosos de criação poética.
As atividades aqui sugeridas partem de experiências feitas em sala de aula com estudantes dos cursos de Pedagogia e Normal, bem como em oficinas e cursos de formação de professores, ministrados pela autora a educadores que atuam nos anos iniciais e no ensino fundamental.
As sugestões de atividades estão permeadas por outros três momentos: "pra refletir", com pequenas citações sobre a poesia; "só pra curtir" com poemas para serem apenas saboreados; e "amostra grátis" com o resultado de algumas dessas sugestões colocadas em prática por crianças ou adultos.
FONTE:WWW.LEITURAINFANTIL.CBJ.NET

Conheça também o livro ...VC VAI AMAR


Este livro é inovador. Seu conteúdo não é encontrado em outros livros. É verdade que são muitos os guias turísticos que falam sobre viagens, mas você conhece algum que seja escrito com a cabeça e o coração de um jovem brasileiro que foi para Londres estudar inglês, trabalhar de garçom, faxineiro, atendente de hotel, etc.? Você conhece alguém que viajou aproximadamente um ano e meio pelo mundo afora com o dinheiro que ganhou “lavando pratos” em Londres?

Como se já não bastasse, esta espiada pela fechadura do mundo passa por Inglaterra, Escócia, Irlanda, Alemanha, França, Holanda, República Tcheca, Portugal, Espanha, Itália, Suíça, Jamaica, Cuba, Argentina, entre outros.
Pois é. São histórias fascinantes, contadas de forma super livre, divertida e informal, com fotos, como acontece numa roda de amigos. E para os outros milhões de jovens corajosos que viajam para o exterior em busca da realização destes mesmos sonhos e aventuras, qualquer semelhança é mera coincidência... Boa leitura!!!
FONTE:WWW.LEITURAINFANTIL.CBJ.NET

Declaração Universal dos Direitos da Criança


De maneira lúdica, bem-humorada e utilizando a sonoridade das palavras e o ritmo da linguagem, a autora utiliza a Declaração Universal dos Direitos da Criança, proclamados pela ONU, e acrescenta outros direitos não menos importantes.
.....Você também não concorda que "criança tem o direito de botar meia no pé só pra esconder o chulé"?
Assim, fica decretado que toda criança tem direito de ser criança, de fazer o não convencional, de viver a infância de forma leve e solta.
E quais são os direitos dos pais? Correr atrás dos filhos, tentando resgatar a criança travessa que deveria continuar existindo em todo o coração adulto.

As ilustrações do livro são de Ana Terra

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

GALERIA DE AUTORES

Esopo (+/- 620 a. C.)
Grécia Antiga
Monteiro Lobato (1882-1948)
séc. XX Pré-Modernismo
Irmãos Grimm: Jacob e Wilhelm (entre 1785 e 1863)
séc. XIX Romantismo
séc. XIX Romantismo
Hans Christian Andersen (1805-1875)
Ana Maria Machado (1942 - )
Contemporaneidade

LITERATURA INFANTIL


Afinal, o que é Literatura Infantil?

A designação infantil faz com que esta modalidade literária seja considerada "menor" por alguns, infelizmente.

Principalmente os educadores vivenciam de perto a evolução do maravilhoso ser que é a criança. O contato com textos recheados de encantamento faz-nos perceber quão importante e cheia de responsabilidade é toda forma de literatura.

A palavra literatura é intransitiva e, independente do adjetivo que receba, é arte e deleite. Sendo assim, o termo infantil associado à literatura não significa que ela tenha sido feita necessariamente para crianças. Na verdade, a literatura infantil acaba sendo aquela que corresponde, de alguma forma, aos anseios do leitor e que se identifique com ele.

A autêntica literatura infantil não deve ser feita essencialmente com intenção pedagógica, didática ou para incentivar hábito de leitura. Este tipo de texto deve ser produzido pela criança que há em cada um de nós. Assim o poder de cativar esse público tão exigente e importante aparece.

O grande segredo é trabalhar o imaginário e a fantasia. E como foi que tudo começou?

Origens da Literatura Infantil
O impulso de contar histórias deve ter nascido no homem, no momento em que ele sentiu necessidade de comunicar aos outros alguma experiência sua, que poderia ter significação para todos. Não há povo que não se orgulhe de suas histórias, tradições e lendas, pois são a expressão de sua cultura e devem ser preservadas. Concentra-se aqui a íntima relação entre a literatura e a oralidade.

A célula máter da Literatura Infantil, hoje conhecida como "clássica", encontra-se na Novelística Popular Medieval que tem suas origens na Índia. Descobriu-se que, desde essa época, a palavra impôs-se ao homem como algo mágico, como um poder misterioso, que tanto poderia proteger, como ameaçar, construir ou destruir. São também de caráter mágico ou fantasioso as narrativas conhecidas hoje como literatura primordial. Nela foi descoberto o fundo fabuloso das narrativas orientais, que se forjaram durante séculos a.C., e se difundiram por todo o mundo, através da tradição oral.

A Literatura Infantil constitui-se como gênero durante o século XVII, época em que as mudanças na estrutura da sociedade desencadearam repercussões no âmbito artístico.

O aparecimento da Literatura Infantil tem características próprias, pois decorre da ascensão da família burguesa, do novo "status" concedido à infância na sociedade e da reorganização da escola. Sua emergência deveu-se, antes de tudo, à sua associação com a Pedagogia, já que as histórias eram elaboradas para se converterem em instrumento dela.

É a partir do século XVIII que a criança passa a ser considerada um ser diferente do adulto, com necessidades e características próprias, pelo que deveria distanciar-se da vida dos mais velhos e receber uma educação especial, que a preparasse para a vida adulta.

AS MIL E UMA NOITES
Coleção de contos árabes (Alf Lailah Oua Lailah) compilados provavelmente entre os séculos XIII e XVI. São estruturados como histórias em cadeia, em que cada conto termina com uma deixa que o liga ao seguinte. Essa estruturação força o ouvinte curioso a retornar para continuar a história, interrompida com suspense no ar.

Foi o orientalista francês Antoine Galland o responsável por tornar o livro de As mil e uma Noites conhecido no ocidente (1704). Não existe texto fixo para a obra, variando seu conteúdo de manuscrito a manuscrito. Os árabes foram reunindo e adaptando esses contos maravilhosos de várias tradições. Assim, os contos mais antigos são provavelmente do Egito do séc. XII. A eles foram sendo agregados contos hindus, persas, siríacos e judaicos.

O uso do número 1001 sugere que podem aparecer mais histórias, ligadas por um fio condutor infinito. Usar 1000 talvez desse a idéia de fechamento, inteiro, que não caracteriza a proposta da obra.

Os mais famosos contos são: O Mercador e o Gênio
Aladim ou a Lâmpada Maravilhosa
Ali-Babá e os Quarenta Ladrões Exterminados por uma Escrava
As Sete Viagens de Simbá, o Marinheiro

O rei persa Shariar, vitimado pela infidelidade de sua mulher, mandou matá-la e resolveu passar cada noite com uma esposa diferente, que mandava degolar na manhã seguinte. Recebendo como mulher a Sherazade, esta iniciou um conto que despertou o interesse do rei em ouvir-lhe a continuação na noite seguinte. Sherazade, por artificiosa ligação dos seus contos, conseguiu encantar o monarca por mil e uma noites e foi poupada da morte.

A história conta que, durante três anos, moças eram sacrificadas pelo rei, até que já não havia mais virgens no reino, e o vizir não sabia mais o que fazer para atender o desejo do rei. Foi quando uma de suas filhas, Sherazade, pediu-lhe que a levasse como noiva do rei, pois sabia um estratagema para escapar ao triste fim que a esperava. A princesa, após ser possuída pelo rei, começa a contar a extraordinária "História do Mercador e do Efrit", mas, antes que a manhã rompesse, ela parava seu relato, deixando um clima de suspense, só dando continuidade à narrativa na manhã seguinte. Assim, Sherazade conseguiu sobreviver, graças à sua palavra sábia e à curiosidade do rei. Ao fim desse tempo, ela já havia tido três filhos e, na milésima primeira noite, pede ao rei que a poupe, por amor às crianças. O rei finalmente responde que lhe perdoaria, sobretudo pela dignidade de Sherazade.

Fica então a metáfora traduzida por Sherazade: a liberdade se conquista com o exercício da criatividade.

© 2005 - Todos os direitos reservados. Para cessão de direitos, entre em contato com infantil@graudez.com.br.

Para citar este artigo copie as linhas abaixo:
CRISTIANE MADANÊLO DE OLIVEIRA. "A LITERATURA INFANTIL" [online]
Disponível na internet via WWW URL: http://www.graudez.com.br/litinf/origens.htm
Capturado em 27/1/2009

A VLELHINHA MALUQUETE



HISTORIA LINDA PARA TRABALHAR ANIMAIS..TENHO OS SLIDES PRONTOS O COLEGA INTERESSADO EU MANDO POR EMAIL

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

A História da Árvore do Paraíso

No início do mundo, o Grande Criador plantou um jardim.
Inúmeras plantas formosas cresciam em cada um dos seus diferentes campos.
Havia jardins de florestas, completamente cobertos de musgo verde e campainhas ondulantes, que acenavam timidamente ao vento. Pequenos seres povoavam estes jardins, farejando e sussurrando a toda a hora. Havia jardins de pradarias cheios de ervas oscilantes, que os animais percorriam com passadas graciosas.
Havia também jardins subaquáticos, para os seres do mar profundo. Tinham folhas roçagantes, arrastadas pelas correntes, e misteriosas flores de pétalas tremulas.
Os mais belos de todos eram os jardins de árvores. Eram tão altas que tocavam o céu. Nessas árvores, os pássaros todos faziam os seus ninhos. Os ramos, cheios de folhas, enchiam-se de trilos e chilreios, de gorjeios e assobios, de melodias trinadas, que caíam em sonora cascata para deleite do mundo.
O Grande Criador pediu aos homens que tomassem conta do mundo e construíssem para si próprios casas simples e seguras, num dos jardins de que gostassem.
Mas o tempo foi passando e as pessoas tornaram-se cada vez mais ambiciosas…
— Vamos construir CASAS MAIORES! — disseram.
— Há materiais de construção em abundância para usarmos como quisermos.
Em breve começaram a construir palácios.
Cada novo edifício era mais alto do que o anterior e os palácios eram feitos cada vez com mais magnificência.
As suas salas às centenas estavam cheias de todo o tipo de luxos… mas a ambição das pessoas não conhecia limites.
Os jardins do mundo foram caindo em ruínas, cada um deles imagem da mais desoladora devastação.
Todas as árvores tinham sido abatidas.
Os pássaros agitavam-se tristemente no chão frio, tentando, com desespero, construir novos ninhos.
As suas canções foram silenciadas.
Então, do alto do seu palácio, uma criança olhou para o mundo devastado e chorou.
— Desce à terra — sussurrou-lhe, por entre o vento, a voz do Criador. — Lá encontrarás uma semente, que deves semear num local onde possa crescer em segurança.
A correr, a criança desceu as escadas em caracol da torre do palácio.
Pousada na terra, estava uma semente castanha, enrugada, feia.
A criança pegou na semente com delicadeza.
— Onde poderei semeá-la em segurança? — perguntou-se.
Foi caminhando, caminhando, até que chegou a uma vala na qual uma lama escura corria lentamente e alguns juncos baloiçavam no vento frio.
— Coloca-a aqui, onde nunca ninguém vem! — parecia sussurrar o vento.
E foi ali que a menina enterrou a semente.
Devagar, em silêncio e completamente invisível, a semente começou a germinar.
Cresceu e fez-se uma árvore forte. Sob os seus ramos, outros jardins começaram a florescer. Em breve, as criaturas reuniram-se à sua volta.
A árvore cresceu mais alto do que todos os palácios. Os pássaros voavam por entre os seus ramos e aí construíam os ninhos.
Cresceu tanto, que chegou ao Paraíso. E quem assim o desejasse, poderia subir pelos seus ramos até ao Jardim do Paraíso do Grande Criador.
Mary Joslin

obs, Recebi essa linda historia em forma de comentario de minha amiga Zilda MArtinelli gostei muito e achei interessnte compartilhar.
Beijos carinhosos!!!

sábado, 24 de janeiro de 2009

Sugestões para o primeiro dia de aula

Vou começar dando uma sugestão para os primeiros dias de aula. Sente em roda com a turma, utilize um fantoche, dê um crachá para cada criança com o nome delas e cante uma música de apresentação dos nomes. Ex: A canoa virou..., Eu sou o lobo mal...pego a (nome da criança) pra fazer mingal, Fulano comeu pão na casa do João. Eles vão se divertir.Para a entrega de crachás você pode fazê-los, colocar em cima da mesa e ir chamando, uma criança que começa com a letra..., que termina com a letra..., que possui 5 letras, que rima com pão, que começa igual a leão, etc. é bastante divertido, as crianças vão a mesa e procuram o seu nome...Você pode também fazer um bingo com o nome das crianças, ditando as letras. ESSA IDEIA COPIEI DE UM BLOG BEM LEGAL DEDICADO A EDUCCAO, ACHEI LINDO E VOU PASSAR PARA OS PROFESSORES QUE TRABLHO. BOM ANO LETIVO PRA TODOS NOS... Quem tiver mais sugestões pode fazer o seu comentário, VAMOS COMPARTILHAR... Um abraço.

Dinâmicas para a primeira semana de aula


As dinâmicas de integração são excelentes para os primeiros dias de aula e têm como objetivo:
- que os participantes se apresentem- que memorizem os respectivos nomes- que iniciem um relacionamento amistoso- que se desfaçam as inibições- que falem de suas expectativas

1) Eu sou... e você, quem é?

Formar uma roda, tomando o cuidado de verificar se todas as pessoas estão sendo vistas pelos demais colegas. Combinar com o grupo para que lado a roda irá girar. O educador inicia a atividade se apresentando e passa para outro. Por exemplo: "Eu sou João, e você, quem é?" "Eu sou Márcia, e você, quem é?" "Eu sou Lívia, e você quem é?"A dinâmica pode ser feita com o grupo sentado sem a roda girar.

2) Apresentante:
Material Necessário
:
Objetos diversos (xale, óculos, chapéu, colares etc.)Propor aos participantes apresentarem-se, individualmente, de forma criativa. Deverá ser oferecido todo tipo de objetos para que eles possam criar dentro da vontade de cada um.

3- Alô, alô!
Formar uma grande roda com todos os participantes e pedir que cada um se apresente de forma cantada com a seguinte frase: "Sou eu fulano, que vim para ficar; sou eu, fulano, que vim participar." É importante que cada um fale o seu nome, pois este simples exercício trabalha a auto-estima.

4- Procurando um coração...

Material Necessário: Corações de cartolina cortados em duas partes de forma que uma delas se encaixe na outra. Cada coração só poderá encaixar em uma única metade.Distribuir os corações já divididos de forma aleatória. Informar que ao ouvirem uma música caminharão pela sala em busca de seu par. Quando todos encontrarem seus pares, o educador irá parar a música e orientar para que os participantes conversem

.Autoria: Patricia Fonte - Da Apostila Dinâmicas & Jogos Cooperativos PPD.www.projetospedagogicosdinamicos.kit .net

Incentivando a Auto-Estima


Apresentar uma caixa com tampa, decorada e atraente dizendo que dentro dela tem o que existe de mais precioso, de mais importante, um verdadeiro tesouro.Propor, então, uma brincadeira onde cada um terá que olhar o que tem dentro da caixa, ver qual é este tesouro e manter segredo ·

Dentro da caixa deve conter um espelho, bem no fundo, do tamanho exato da mesma.

No momento em que a criança for olhar o tesouro verá refletida sua própria imagem.Ficar atento a cada reação individual ao deparar-se com a própria imagem.

É fundamental criar um clima de muito interesse provocando sempre: Qual será este tesouro?

Após todos terem visto, abrir a conversa informal."O que vocês viram dentro da caixa?

Descobriram o tesouro?"Aproveitar cada resposta dos alunos, orientando-os quando necessário, mas propiciando que se expressem.

A conversa deve fluir até o ponto em que os alunos percebam que eles são o tesouro – cada um deles – por isso não poderiam contar o segredo – pois todos somos únicos – Ninguém é igual a ninguém.


Fizemos esta dinâmica no nosso 1º dia de aula deste ano e depois cantamos Milagre da vida, foi muito bom!

Dinâmica para Socialização


Nem o meu, nem o seu, o nosso- PARA FORMAR GRUPO

Objetivo: Propiciar um clima de descontração e integração entre os participantes do grupo.Material necessário: aparelho para ouvir CD

Descrição da dinâmica:

1. Grupo espalhado pela sala, de pé.
2. Pedir que todos se movimentem pela sala de acordo com a música, explorando os movimentos do corpo. Pôr música com ritmo cadenciado. Tempo.
3. Parar a música. Solicitar que formem dupla com a pessoa mais próxima e que, de braços dados, continuem a se movimentar no mesmo ritmo, procurando um passo comum, quando a música recomeçar.
4. Após um tempo, formar quartetos, e assim sucessivamente, até que todo o grupo esteja se movimentando junto, no mesmo passo.
5.Pedir que se espalhem novamente pela sala, parando num lugar e fechando os olhos.
6. Solicitar que respirem lentamente, até que se acalmem.
7. Abrir os olhos, sentar em círculo.
8. Plenário -
refletir sobre os seguintes pontos:- O que pôde perceber com esta atividade?- Que dificuldades encontrou na realização da dinâmica?- Como está se sentindo?
Comentários:
Este é um trabalho leve e de muita alegria.
O grupo se movimenta de forma descontraída, o que cria um clima propício para se trabalhar a integração entre os componentes.
Pode ser enriquecido e acrescido de novas solicitações.
A atividade propicia, também, uma reflexão sobre a identidade do grupo, as diferenças de ritmo entre os participantes, a facilidade ou a dificuldade com que alcançam a harmonia, chegando a um passo comum.O facilitador pode explorar a atividade, criando movimentos e formas que desafiem o ritmo grupal.
Fonte: Projeto Memorial Pirajá.

Dinâmica de grupo para Inclusão


O TERREMOTO – INCLUSÃO


Participantes: Devem ser múltiplos de três e sobrar um. Ex: 22 (7x3 = 21, sobra um)


Material: Para essa dinâmica só é necessário um espaço livre para que as pessoas possam se movimentar

Desenvolvimento: Dividir em grupos de três pessoas, lembre-se que deverá sobrar um. Cada grupo terá 2 paredes e 1 morador.

As paredes deverão ficar de frente uma para a outra e dar as mãos (como no túnel da quadrilha da Festa Junina), o morador deverá ficar entre as duas paredes.

A pessoa que sobrar deverá gritar uma das três opções abaixo:

1 - MORADOR!!- Todos os moradores trocam de "paredes", devem sair de uma "casa" e ir para a outra. As paredes devem ficar no mesmo lugar e a pessoa do meio deve tentar entrar em alguma "casa", fazendo sobrar outra pessoa.

2 - PAREDE!!- Dessa vez só as paredes trocam de lugar, os moradores ficam parados. Obs: As paredes devem trocar os pares. Assim como no anterior, a pessoa do meio tenta tomar o lugar de alguém

.3 - TERREMOTO!!- Todos trocam de lugar, quem era parede pode virar morador e vice-versa. Obs: NUNCA dois moradores poderão ocupar a mesma casa, assim como uma casa também não pode ficar sem morador. Repetir isso até cansar...


Conclusão:


Como se sentiram os que ficaram sem casa?

Os que tinham casa pensaram em dar o lugar ao que estava no meio?

Passar isso para a nossa vida: Nos sentimos excluídos no grupo?

Na Escola?

No Trabalho? Na Sociedade?


Sugestão:


Quanto menor o espaço melhor fica a dinâmica,já que isso propicia várias trombadas. É muito divertido!!

Técnica da palavra- Dinâmica


Objetivos:- Integrar os participantes através das palavras que estejam relacionadas com seu curso- Sensibilizar os participantes para interessarem em chamar pelo nome
Tempo:30 minutos
Passos:a) O professor coloca as fichas no chão e os participantes ao som da músicadançam e circulam a sala;
b) Ao circularem a sala olham para as fichas e esperam o sinal dado pelo professor
c) O professor dá um sinal e todos pegam uma ficha
d) Nesse momento formam grupos por palavrase) Cada grupo deverá discutir qual o significado dessa palavra no curso
f) Cada grupo apresenta o resultado da discussão;
g) Em seguida,cada grupo escolhe uma pessoa para fazer apresentação
h) No final, o professor faz uma síntese de tudo que foi colocado e apresenta algumas idéia básicas que não foram levantadas nas palavras
Material:Fita gomada, rádio, CD, ficha com palavras.
• qualidade•
ética
• responsabilidade
• prazer
• Ação
Obs:As dinâmicas serão adaptadas de acordo com a necessidade dosparticipantes.

Baú de histórias


Proposta de atividade para a volta às aulas.

Você precisará de: uma caixa grande elementos para acrescentar à história, como: vestido de princesa, coroa, espada, flores, chapéu, monstros, etc.
Coloque esses elementos dentro da caixa. Você inicia a história, dizendo algo como: "Era uma vez em uma linda floresta uma menina chamada Tetéia". As crianças devem ir até a caixa e pegar algum elemento dentro da caixa e prosseguir a história.
Por exemplo: a criança pega uma chupeta e continua a história, dizendo: "Tetéia já tinha 7 anos, mas mesmo assim não soltava a sua chupeta e sua mãe não gostava nem um pouco disso". A próxima criança deve continuar essa história, retirando mais algum elemento da caixa e o inserindo na história.

Como a atividade será feita com muitas crianças, você deve ter aproximadamente o mesmo número de objetos e de crianças que irão passar nas bases (cerca de 40), mas vale tudo, pois no mundo da fantasia tudo vira história. Pegue elementos normais de casa, fantasias e acessórios de roupas (chapéus, perucas, sapatos, maquiagem), pegue bichinhos de pelúcia para representar alguns animais, pegue super-heróis que as crianças gostem e assim por diante. Deixe a imaginação deles se soltar.

A atividade pode ser feita no auditório ou no palco da escola. Se a escola tiver uma aula de teatro, pode ser realizada por este professor ou por alguma professora.

Veja essa e outras atividades no site da Editora Informal.
Indicação de http://www.aomestre.com.br

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Texto sobre as diferenças " A abelha Chocolateira".Pode ser usado em dinâmicas, reuniões e etc.



A abelha chocolateira

Era uma vez uma abelha que não sabia fazer mel.- Mas você é uma operária! - gritava a rainha - Tem que aprender.Na colméia havia umas 50 mil abelhas e Anita era a única com esse problema. Ela se esforçava muito, muito mesmo. Mas nada de mel...
Todos os dias, bem cedinho, saía atrás das flores de laranjeira, que ficavam nas árvores espalhadas pelo pomar. Com sua língua comprida, ela lambia as flores e levava seu néctar na boca. O corpinho miúdo ficava cheio de pólen, que ela carregava e largava, de flor em flor, de árvore em árvore.Anita fazia tudo direitinho.
Chegava à colméia carregada de néctar para produzir o mais gostoso e esperado mel e nada! Mas um dia ela chegou em casa e de sua língua saiu algo muito escuro.- Que mel mais espesso e marrom... - gritaram suas colegas operárias.- Iac, que nojo! - esbravejaram os zangões.Todo mundo sabe que os zangões se zangam à toa, mas aquela história estava ficando feia demais. Em vez de mel, Anita estava produzindo algo doce, mas muito estranho.- Ela deve ser expulsa da colméia! - gritavam os zangões.- É horrorosa, um desgosto para a raça! - diziam outros ainda.
Todas as abelhas começaram a zumbir e a zombar da pobre Anita. A única que ficou ao lado dela foi Beatriz, uma abelha mais velha e sábia.
Um belo dia, um menino viu aquele mel escuro e grosso sobre as plantas próximas da colméia, que Anita tinha rejeitado de vergonha. Passou o dedo, experimentou e, surpreso, disse:- Que delícia. Esse é o mais saboroso chocolate que eu já provei na vida!- Chocolate? Alguém disse chocolate? - indagou a rainha, que sabia que o chocolate vinha de uma fruta, o cacau, e não de uma abelha.
Era mesmo um tipo de chocolate diferente, original, animal, feito pela abelha Anita, ora essa, por que não...Nesse momento, Anita, que ouvia tudo, esboçou um tímido sorriso. Beatriz, que também estava ali, deu-lhe uma piscadela, indicando que tinha tido uma idéia brilhante.No dia seguinte, lá se foram Anita e Beatriz iniciar uma parceria incrível: fundaram uma fábrica de pão de mel, juntando o talento das duas para produzir uma deliciosa combinação de mel com chocolate.
Moral da história: as diferenças e riquezas pessoais, que existem em cada um de nós, são singulares e devem ser respeitadas.

Fábula de Katia Canton.Texto publicado na revista Nova Escola.

Dinamica de Grupo

Quebra-Gelo (descontração)
Dois círculos
Objetivo: motivar um conhecimento inicial, para que as pessoas aprendam ao menos o nome umas das outras antes de se iniciar uma atividade em comum.
Para quantas pessoas: é importante que seja um número par de pessoas.
Se não for o caso, o coordenador da dinâmica pode requisitar um “auxiliar”.
Material necessário: uma música animada, tocada ao violão ou com gravador.
Descrição da dinâmica: formam-se dois círculos, um dentro do outro, ambos com o mesmo número de pessoas. Quando começar a tocar a música, cada círculo gira para um lado.
Quando a música pára de tocar, as pessoas devem se apresentar para quem parar à sua frente, dizendo o nome e alguma outra informação que o coordenador da dinâmica achar interessante para o momento.
Repete-se até que todos tenham se apresentado. A certa altura pode-se, também, misturar as pessoas dos dois círculos para que mais pessoas possam se conhecer.
Variaçaõ:Quando sao pessoas conhecidas voce pode variar com outros recursos como: versiculos para que faça a troca de versiclos. desejos e pedidos de oraçao etc...

MENSAGEM PARA CADERNO DOS ALUNOS

ISSO TAMBEM PASSA...UM CONTO MUITO ESPECIAL



Num tempo em que se perde na poeira da memória, havia um homem muito rico cujo desejo maior era dar de presente a seu rei - por quem nutria uma admiração profunda por suas qualidades pessoais - algo de que fosse importante, valioso, digno de um rei, e que pudesse representar todo esse seu sentimento de admiração.
Após pensar durante um longo tempo, e sem nada decidir, resolveu o rico súdito correr mundo a procura de pessoas sábias que pudessem ajudá-lo a escolher o real presente,uma vez que no reino onde morava nada havia conseguido.
Andou, procurou, perguntou, conversou com todos os homens e mulheres sábias dos lugares por onde peregrinou , mas sem qualquer sucesso. As sugestões que lhes eram dadas- por mais pomposas ou originais que fossem- não satisfaziam seus anseios,e nem estavam a altura da soberana figura. Uma grande tristeza começou a abatê-lo.
O desânimo e a desesperança tomavam conta de seu coração envelhecido e cansado pela busca inútil. Decidido a desistir e retornar a seu país, um dia foi supreendido pela notícia de que ainda havia um sábio muito velhinho e solitário que se recolhera no alto de uma montanha distante, mas que ainda não havia sido por ele consultado.
Com ânimo recobrado meteu-se o rico homem pelos caminhos mais árduos em busca do tal eremita. "Quem sabe finalmente obtenho a tão procurada resposta" pensava ele enquanto enfrentava toda sorte de desafios para alcançar o cume da indicada montanha.
Depois de muito caminhar e subir chegou finalmente à choupana onde vivia o tal eremita, que para sua surpresa falou-lhe com voz doce e calma :" Há algum tempo esperava por ti.Tenho a solução para a tua dúvida: deves dar a teu rei um anel." Neste momento homem explodiu com grande indignação: "
Depois de correr o mundo , falar com inúmeros sábios e sábias, ouvir as mais incríveis sugestões, percorrer este caminho árduo e íngrime, o senhor me diz que devo dar um anel para o meu rei ? Ele deve ter milhares de anéis, e não me daria ao trabalho de ofertar-lhe ainda mais um ...!"
E continuou a despejar toda a sua ira e decepção.Falava, falava a mais não poder, enquanto o eremita calado olhava-o com calma e doçura...Até que silenciou-se.O velho sábio então voltou-se para ele e disse, com o mesmo tom calmo e compreensivo: " Compreendo seus sentimentos, mas devo lhe dizer que este é um anel muito diferente, ...especial !
No seu interior você deverá mandar gravar a seguinte inscrição "ISTO TAMBÉM PASSA..." O rico homem nada entendeu, e o sábio continuou : Em época de bonança, fartura, paz e grandes alegrias o Rei poderá olhar para seu anel e lembrar-se que nem sempre as coisas se manterão assim, e será cauteloso, predivente. E em épocas de guerras, doenças, grande tristeza e desamparo ele não irá de deixar abater , pois olhará para o seu anel e se lembrará que ISTO TAMBÉM PASSA... O rico homem , sem nada dizer, abraçou o ancião em sinal de agradecimento, e partiu.
Um beijo carinhoso

DEDICO ESSE CONTO A VOCÊS: BIANKA E ORLANDO

O Mingau Doce


Hoje vamos começar a postar o que fizermos nas aulas de Contação de Estórias quando apresentamos a estória "O Mingau Doce " dos Irmãos Grimm.
Como sempre 1º apresentamos a estória sem empregar qualquer recurso, apenas contando numa pequena roda de ouvintes.
O Mingau Doce
Era uma vez, onde foi, onde não foi, uma menina bem comportada, mas muito pobre, que vivia com sua mãe.
Chegaram a tal estado de pobreza que não tinham nada para comer.
Um dia a menina foi ao bosque e lá encontrou uma velha que sabendo da sua miséria, deu-lhe uma panela de presente.
Vocês acham pouco ?
Mas era só dizer : "Ferve panelinha !" para que ela se pusesse a cozinhar um gostoso mingau doce.
E quando a gente lhe dizia:"Pára, panelinha!" ela deixava de cozinhar.
A menina levou o presente para sua mãe e, assim,ficaram livres de passar fome, pois tinham sempre mingau doce à vontade.
Certa ocasião em que a menina havia saído, sua mãe disse : "Ferve, panelinha !" e esta pôs-se a cozinhar, e a mulher comeu até se fartar.
Depois quis que a panela parasse de cozinhar. Mas a pobre mulher estava tão empanturrada de mingau que não houve meio de se lembrar das palavras mágicas . A panela assim continuou cozinhando até que o mingau chegou à borda da panela e caiu para fora. E, assim, encheu toda a cozinha e a casa , e depois, a casa ao lado... e a rua...como se quisesse acabar com a fome de todo mundo. Até que ninguém mais sabia o que fazer e o desespero era grande.
Quando já faltava só uma casa para ser inundada, a menina voltou, e disse apenas : "Pára, panelinha !", e a panela parou de cozinhar.
Mas todas as pessoas que queriam entrar na cidade era obrigadas a abrir caminho comendo mingau !
Entrou por uma porta, saiu pela outra...Quem quiser, que conte outra !!!!
Um beijinho carinhoso

O Mingau Doce...preparando as personagens


Hoje vamos postar algumas das imagens obtidas durante o processo de preparação das personagens da estória "O Mingau Doce", pelas crianças do Jardim, na tentativa de mostra um pouco a seqüência em que isto se deu. Acima temos o último passo: não ficaram lindas ?
Já no 1º dia em que contamos a estória as crianças queriam saber "o que vamos fazer pra esta estória ?" É interessante notar como o fato de permitirmos e convidarmos a turminha a participar de uma forma mais efetiva da Contação de Estórias, isto se transforma numa coisa natural e esperada por todos .

Então, durante o tempo em que contamos esta estória íamos paralelamente , e após o horário da contação, "preparando as personagens " para que eles pudessem levá-las para casa, e assim dar continuidade ao trabalho desenvolvido na escola, e convidar os pais a participarem de uma atividade tão prazerosa para seus filhos.

Este preparo envolvia um trabalho de autonomia, coordenação motora, atenção, concentração, noção de espaço, consciência corporal, entre outros - um verdadeiro e delicioso desafio para os pequenos do Jardim.

Depois de recortadas e coloridas pelas crianças, tratei de dar os acabamentos : roupas e cabelos ! O rosto foi mantido conforme as crianças haviam feito, e as roupas foram coladas apenas nos ombros - permitindo que eles visualizassem o corpo que desenharam.Foi incrível o envolvimento de todos - até a auxiliar de classe e a professora quiseram fazer suas personagens (a menina, a velha e a mãe) - e ajudavam às crianças enquanto confeccionavam suas boneca também . Isto propiciou um clima de confiança, cooperação, troca e diálogo muito gostoso e importante para a formação pessoal de cada um.Fico pensando: Como simples bonequinhas de cartolina podem exercer tamanho envolvimento e magia nas crianças ?Um beijinho carinhoso, e até a próxima !