sexta-feira, 14 de outubro de 2011

15 de Outubro - Dia do Professor



Professora Carmem Lúcia Correa de Castro é professora em duas escolas em Santa Maria de Jetibá ES, mantem dois blogs: o primeiro com mais de 150 mil acessos em dois anos- Meus Estudos na Arte de Ensinar e participa de um bloco no blog:Mulheres Virtuosas, ainda além de ser pau para toda obra é braço direito a toda prova no meu ministério pastoral. Deus seja louvado!
Dia 15 é o dia dos professores. gostaria de manifestar aquio meu reconhecimento da importância desta classe. sem dúvida nenhuma uma dasmais importantes e necessárias. um professor ou professora assume ao longo desuas vidas a missão de ensinar, alfabetizar e testar o que ensinou aos alunos eao final levá-los a outra etapa. conheço bem de perto uma professora e querocitá-la nessa homenagem a todos e todas demais ...a Professora Carmem LúciaCorrea de Castro em Santa Maria de Jetibá ES. Outro dia ela me convidou a ir áuma festa de aniversário de um de seus alunos e enfatizou: “eu fui professorada mãe também”, então agente percebe que se cria um relacionamento de confiançae certamente de reconhecimento pelo trabalho que essa profissional exerce. Aolongo de minha vida, melhor, desde que também iniciei a freqüência em sala de aula,que eu ouço falar que esses missionários ganham um baixo salário diante detanta dedicação, inclusive, levam pra casa trabalho e precisam pagar substitutacom seu próprio dinheiro, se caso ficam doentes ou surgem algo que os impeçamde última hora. Eu já me manifestei que é algo que não dá pra entender, umprofessor que ensina a criança a ler, escrever, se comportar e agir, agir comocidadão que sabe de seus direitos e deveres, muitas vezes para trabalhar ecumprir a sua missão, que agir como se fosse escravo ou vivesse num país aindamuito longe de chegar ao sub-desenvolvimento em todas as áreas... Pelo que eu sei isso já ficou para trás em nossopaís, mas ainda vemos descasos aqui e ali, numa ou outra área e nessa área doensino se os professores não se mantém firmes em seus propósitos e missão amuito que teriam mudado de profissão. Exalto aqueles que travessam rios decanos para chegarem a uma aldeia, aos que se tornam desbravadores epacificadores para subirem aos morros... aos que pegam , como aqui , até mesmotrês caronas, desde carros, motos e até caminhões para retornarem para suascasas e no dia seguinte , lá ir novamente. Uma dessas heroínas me falava cocarro do leite ou do jornal que lhe dava carona de madrugada para chagar maiscedo, além dos quilômetros a andar pelas serras e roças. Lembro ainda do heroísmoe valentia destes missionários que nunca sabem, quando estão de costas escrevendo o ditado na lousa, se existe uma arma apontada para sua cabeça...Deus abençoe aos professores, especialmente aqueles que aprenderam também a buscar o auxílio divino para os seus questionamentos e seique muitos até mesmo gostariam de poder ensinar em complemento ao seu trabalho,a criança no caminho em que deve andar segundo o ensino do Mestre dos mestres. Que muitos outros se levantem e
busquem seguir os passos...Ser um professor. Meu abraço a todos.

Pastor Orlando Souza


busquem seguir os passos...Ser um professor. Meu abraço a todos. Pastor Orlando Souza




terça-feira, 11 de outubro de 2011

Surf Art - Daniel Martinelli

AMIGOS CONHEÇAM O TRABALHO DESTE JOVEM ARTISTA, SEU
TRABALHO ESTA NA CASA BRANCA O PRESIDENTE OBAMA ENVIOU UM CARTA DE AGRADECIMENTO LINDA!!!! PARABENS DANIEL

domingo, 2 de outubro de 2011

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

RELATO DO PROJETO: VALORIZAÇÃO DA VIDA!!!

ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO GRAÇA ARANHA- Santa Maria de Jetibá- ES

Organização e Coordenação: Professoras Carmem Lucia C. De Castro Rosa Elena Pinto Delis Rafaela Pesente, Maria Cristina Plaster Boening Participação Paulo Eni Diretora da escola_ Elvira Bullerjham Apoio: Policia Militar

INTRODUÇÃO:

O Projeto Valorização da vida nasceu primeiro no coração da professora e alunos das turmas de 4ª e 5ª series ao discutirem os trabalhos da disciplina de ensino religioso do ano anterior, e as possibilidades que teriam no ano de 2011, de concluírem alguns temas que ficaram do ano anterior. Nestas discussões nasceram algumas temáticas que poderiam ser abordadas e que os mesmo gostariam de saber um pouco mais. Dessa discussão surgiram os eixos que foram trabalhados nos trimestres de forma a interligada.

O Sub tema do projeto: valorização da vida- ponto de partida EU e ponto de chegada – o Outro esse meu parceiro.

1º trimestre: A valorização da minha vida e do outro – Neste eixo foram abordadas questões como: ONG – trabalho voluntário e pessoas portadoras de necessidades especiais. Ao estudarmos sobre o trabalho voluntario as ONGs entendemos a importância de ajudar e ser ajudado, pelo outro, tivemos então palestra com Os Bombeiros Voluntários de Santa Maria de Jetibá para falar um pouco sobre este grupo como surgiu e qual a proposta de trabalho do mesmo. Chegou então o momento de também o grupo de alunos desenvolverem uma ação voluntaria, os alunos se organizaram prepararam musicas teatros e fizeram uma visita acompanhada da professora no APAE da cidade levando alegria aqueles que ali estavam. Fizemos também visitas no hospital concórdia os alunos tiveram a iniciativa de levar guloseimas e brinquedos que foram oferecidos aos internos. O que deu a eles uma satisfação muito grande.

2º trimestre: Drogas: opção de vida...opção de morte

Desafio [...] aprendi a achar no escuro o rumo e sou capaz de decifrar mensagens seja nas nuvens ou no grafite de qualquer muro.. Affonso Romano de Sant’Anna “ A primeira vez que entendi...”

Este eixo surgiu da necessidade de se falar abertamente sobre as drogas e de trocar e adquirir informações sobre o assunto. Engana-se quem acha que adolescentes aparentemente sem problemas nunca experimentaram drogas. Por isso é importante informar o aluno sobre os malefícios do vício. Essa noção foi à matriz do eixo Drogas: opção de vida...opção de morte desenvolvido no trimestre. De acordo com o Sr. Paulo Eni - que respondeu às questões dos estudantes por meio de bate-papo na palestra -, é muito comum o jovem ter contato com algum tipo de droga. "Mas há uma grande diferença entre o ato de experimentar e a necessidade de continuar”. Ele atribui a curiosidade dos jovens às próprias características dessa fase da vida. "A adolescência é um momento em que a pessoa enfrenta limitações e frustrações. A droga funciona como uma fuga de tudo isso." Falar sobre drogas, porém, não basta. Segundo Paulo, dependendo da forma como o assunto é tratado, pode até estimular a curiosidade pelo uso. "É preciso mostrar que a droga é algo que vai estragar o corpo, a mente a família, vai destruir sonhos e possibilidades de vida digna"
A ação preventiva tem também como justificativa o diagnóstico da situação de risco da comunidade, que mostra um percentual elevado de pessoas envolvidas com o uso do álcool, tabaco, bem como diversas drogas ilícitas como maconha, cocaína e outras mais.

Entendemos que o uso de drogas é um fenômeno sociocultural complexo, o que significa dizer que sua presença em nossa sociedade não é simples.
Não só existem variados tipos de drogas, mas também são diferentes os efeitos por elas produzidos e a adolescência - período marcado por mudanças e curiosidades sobre um mundo que existe além da família - representa um momento especial no qual a droga exerce forte atrativo.
Faz-se necessário, portanto, uma educação preventiva e a conscientização de todos: alunos, pais professores, enfim, toda a comunidade sobre os efeitos e conseqüências maléficas causadas por essas substâncias à vida humana em todos os seus aspectos físico, psíquico e social.
O desafio deste eixo é a luta pela valorização da vida como um bem social a serviço da construção de uma sociedade mais digna e fraterna. Com este entendimento e numa seqüência de idéias e discussão alunos e professoras entenderam a importância de convidar um representante do Projeto Recanto da Esperança- um projeto novo no município que já tem dado seus primeiros frutos. O senhor Paulo Eni foi convidado a participar e trouxe grande contribuição aos alunos ao incentivá-los a formar uma grande força contra o uso de drogas e com proposta de um movimento de constranger o uso de drogas assumindo publicamente a opção de não usar e de valorizar sua vida.

Esta valendo!!! – conhecer o projeto tomar posição contraria ao uso de drogas em defesa de uma vida saudável e feliz os alunos formaram “A CAMINHADA PELA VALORIZAÇÃO DA VIDA” Essa caminhada aconteceu num percursso pequeno e estratégico saindo da escola dando a volta no centro da cidade e retornado a escola em horário de aula, sempre acompanhado pelas professoras, pela diretora da escola, Sr Paulo Eni e sua esposa Léa e alguns voluntários que se juntaram ao grupo.

Um dos pontos importantes foi o da panfletagem (com material produzido pelos alunos) e o momento em que um cidadão se juntou ao grupo pegando a faixa e erguendo como forma de apoio ao trabalho. Ainda na conclusão deste trabalho tivemos o Professor Hudson com o grupo musical – “ Vila Latas” da EMEF Vila Jetiba que se apresentou no Ginásio de Esportes mostrando mais uma possibilidade de valorização da vida sem drogas, mas com dignidade, felicidade e muita alegria. Agendados para a semana cultural as turmas de 5ª serie farão oficinas de artes em que produzirão ensinado algumas técnicas de artes teatros para as pessoas que estão no projeto Recanto Esperança na Semana Cultural.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Durante a realização do projeto as discussões com os alunos, a participação de colegas e a forma como transcorreu os trabalhos ficou claro que podemos concluir que a Valorização da vida é antes de tudo um processo de ampliação de compromissos do indivíduo em relação a si mesmo e ao outro, na busca da realização de projetos pessoais e coletivos. É uma ação dinâmica, consciente, que não se esgota somente na busca da boa saúde ou na qualidade de vida saudável. Trata-se da compreensão da vida como horizonte de possibilidades em que mesmo dificuldades, desilusões e tristezas podem-se tornar desafios para a busca de soluções e a organização coletiva que vise à transformação social.

Nossos agradecimentos aos colegas professores, aos alunos que assumiram o projeto como tarefa importante nas aulas de Ensino Religioso, Projeto de Leitura e projeto de pesquisa. Ao Danilo (querido amigo e sua letra invejável), a Diretora Elvira Bullerjham (desculpe nossas falhas, parabéns pela sua sensatez e disponibilidade) aos Vigilantes Marcelo e Elton (amigos de sempre), ao secretario Jocimar( e sua doçura em nos ajudar sempre), A Coordenadora Lourdes Degober (gente boa e apoio constante) Ao Sr. Paulo Eni e sua esposa Léa (amigos incentivadores e zelosos). Nossos pedidos de desculpas aqueles que por ventura não soubemos chegar até eles como gostaríamos.

PARTICIPAÇÃO - ÁREAS ENVOLVIDAS

Professora COORDEANDORA DO PROJETO: Carmem Lucia Corrêa De Castro-

Ensino Religioso

Professora: Rosa Elena Pinto Delis -

Porguês, Projeto de pesquisa

Professora: Rafaela Pesente Fardim - Artes
Professora :Maria Cristina Plaster Boening
- projeto de leitura

Professoras de núcleo comum 4ª serie- Ana Rosa de Souza Kuster, Lucineia Berger, Lenyana Miertching, Eloisa Tebaldi Diretora da escola_ Elvira Schimidt Bullerjham Apoio: Policia Militar

Presidente do grupo- Recanto da Esperança Sr Paulo Eni e Srª Lèa

ESTE TRABALHO ESTA PUBLICADO NO JORNAL- PRA LER A REPORTAGEM NO JORNAL CLICK NO LINK ABAIXO: http://www.montanhascapixabas.com.br/?x=materia&codItem=3157&codArea=1

BOAS ESCOLHAS:

"Eu escolhi viver de escolhas, não de chances,

ser motivada, não manipulada,

ser útil, não usada,

me sobressair, não competir.

Eu escolhi amor próprio, não auto piedade.

Eu escolhi ouvir minha própria voz, não a opinião dos outros..."

SE A SUA ESCOLHA É OUTRA EU RESPEITO MAS.....NÃO EXIJA QUE EU TENHA MÁS ESCOLHAS.......NADA JUSTIFICA

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Deus intervém

Imaginemos a seguinte interrogação, bastante honesta: "Se Deus intervém no mundo, não estaria ele indo contra nosso livre-arbítrio?
Deus intervém.
Deus intervém no passado, quando deixou todas as indicações sobre como devemos trafegar pela história que escrevemos. Se nada tivesse feito além de nos deixar o mapa para o caminho, já teria feito muito. Ele intervém negativamente quando experimentamos as conseqüências de não termos levado a sério as orientações que nos legou. Ele intervém positivamente quando Lhe pedimos para entrar em ação. Por isto, a Biblia é uma resposta estimulante ao tema da atuação de Deus no mundo.
Nela encontramos o mais tenso paradoxo: Deus intervém no presente e ainda continuamos livres. Deus intervém quando Lhe pedimos para a agir, preservado o nosso livre-arbítrio. Deus intervém, quando outras pessoas Lhe solicitam, preservado o livre–arbítrio delas, o que mostra também que o livre-arbítrio não é negado por Deus mas por nós. Um ato irresponsavel (nosso para com o outro, ou vice-versa) é um chute na liberdade. Deus intervém quando respondemos ao Seu convite para fazermos coisas juntos, mudando o curso de algumas coisas.
Deus intervém no futuro, ou naquilo que chamamos de futuro, inexistente para Deus. Do outro lado da montanha é futuro para nós, porque para Ele é presente.

Interveio no Éden quando o homem desobedeceu. Foi a intervenção da disciplina.

Interveio no Egito quando o povo gemeu. Foi a invenção do livramento.

Interveio no Sinai e deu a Moisés a tábua das leis. Foi a intervenção da aliança.

Interveio no Monte Carmelo quando Elias orou. Foi a intervenção da fidelidade.

Interveio em Belém da Judéia quando Jesus nasceu. Foi a intervenção da providência.

Interveio no Calvário ao expirar de Jesus. Foi a intervenção da graça.

Interveio em Pentecoste ao operar maravilhas. Foi a intervenção do Espírito.

Interveio no caminho de Damasco quando Saulo caiu. Foi a intervenção do chamado.

Intervirá em breve, ao soar da última trombeta. Será a invenção final.

A história tem sido marcada pela intervenção de Deus. Sendo a manifestação da graça, sem dúvida, a mais profunda, a mais significativa... A maior de todas!


Autor: ISRAEL BELO DE AZEVEDO

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Vale a reflexão...

SOU UM PROFESSOR QUE PENSA...

Pensa em sair correndo toda vez que é convocado para uma reunião, que certamente o responsabilizará mais uma vez, pelo insucesso do aluno.

SOU UM PROFESSOR QUE LUTA...

Luta dentro da sala de aula, com os alunos, para que eles não matem uns aos outros.

Que luta contra seus próprios princípios de educação, ética e moral.

SOU UM PROFESSOR QUE COMPREENDE....

Compreende que não vale a pena lutar contra as regras do sistema, ele é sempre o lado mais forte.

SOU UM PROFESSOR QUE CRITICA...

Critica a si mesmo por estar fazendo o papel de vários outros profissionais como: psicólogo, médico, assistente social, mas não consegue fazer o próprio papel que é o de ensinar.

SOU UM PROFESSOR QUE TEM ESPERANÇA,

E espera que a qualquer momento chegue um "estranho" que nunca entrou em uma sala de aula, impondo o modo de ensinar e avaliar.

SOU UM PROFESSOR QUE SONHA...

SONHA COM UM ALUNO INTERESSADO,

SONHA COM PAIS RESPONSÁVEIS,

SONHA COM UM SALÁRIO MELHOR, UM MUNDO MELHOR.

ENFIM, SOU UM PROFESSOR QUE REPRESENTA...

Representa a classe mais desprestigiada e discriminada, e que é incentivada a trabalhar só pelo amor à profissão.

Representa um palhaço para os alunos.

Representa o fantoche nas mãos do sistema concordando com as falsas metodologias de ensino.

E esse professor, que não sou eu mesmo, mas é uma outra pessoa, representa tão bem, que só não trabalha como ator, porque já é PROFESSOR e não dá para conciliar as duas coisas.

Professores de Niterói/Sao Gonçalo

domingo, 28 de agosto de 2011

SEM PERDÃO NÃO EXISTE AMANHÃ

Alguém já disse que a família é o lugar dos maiores amores e dos maiores ódios. Compreensível: quem mais tem capacidade de amar, mais tem capacidade de ferir. A mão que afaga é aquela de quem ninguém se protege, e quando agride, causa dores na alma, pois toca o ponto mais profundo de nossas estruturas afetivas. Isso vale não apenas para a família nuclear: pais e filhos, mas também para as relações de amizade e parceria conjugal, por exemplo.

Poucas são minhas conclusões, mas enxerguei pelo menos três aspectos dessa infeliz realidade das dores do amar e ser amado. Primeiro, percebo que a consciência da mágoa e do ressentimento nos chega inesperada, de súbito, como que vindo pronta, completa, de algum lugar. Mas quando chega nos permite enxergar uma longa história de conflitos, mal entendidos, agressões veladas, palavras e comentários infelizes, atos e atitudes danosos, que foram minando a alegria da convivência, criando ambientes de estranhamento e tensões, e promovendo distâncias abissais.

Quando nos percebemos longe das pessoas que amamos é que nos damos conta dos passos necessários para que a trilha do ressentimento fosse percorrida: um passo de cada vez, muitos deles pequenos, que na ocasião foram considerados irrelevantes, mas somados explicam as feridas profundas dos corações.

Estou ciente das propostas terapêuticas, especialmente aquelas que sugerem a necessidade de re–significar a história e seus momentos específicos: voltar nos eventos traumáticos e dar a eles novos sentidos. Creio também na cura pela fala. Admito que a tomada de consciência e a possibilidade de uma nova consciência produzem libertações, ou, no mínimo, alívios, que de outra maneira dificilmente nos seriam possíveis. Mas por outro lado posso testemunhar quantas vezes já assisti esse filme, e o final não foi nada feliz. Minha conclusão é simples (espero que não simplória): o que faz a diferença para a experiência do perdão não é a qualidade do processo de fazer acordos a respeito dos fatos que determinaram o distanciamento, mas a atitude dos corações que buscam a reaproximação. Em outras palavras, uma coisa é olhar para o passado com a cabeça, cada um buscando convencer o outro de sua razão, e bem diferente é olhar para o outro com o coração amoroso, com o desejo verdadeiro do abraço perdido, independentemente de quem tem ou deixa de ter razão. Abraços criam espaço para acordos, mas a tentativa de celebrar acordos nem sempre termina em abraços.

Essa foi a experiência entre José e seus irmãos. Depois de longos anos de afastamento e uma triste história de competições explícitas, preferências de pai e mãe, agressões, traições e abandonos, voltam a se encontrar no Egito: a vítima em posição de poder contra seus agressores. José está diante de um dilema: fazer justiça ou abraçar. Deseja abraçar, mas não consegue deixar o passado para trás. Enquanto fala com seus irmãos sai para chorar, e seu desespero é tal que todos no palácio escutam seu pranto. Mas ao final se rende: primeiro abraça e depois discute o passado. Essa é a ordem certa. Primeiro, porque os abraços revelam a atitude dos corações, mais preocupados em se (re)aproximar do que em fazer valer seus direitos e razões. Depois, porque, no colo do abraço o passado perde força e as possibilidades de alegrias no futuro da convivência restaurada esvaziam a importância das tristezas desse passado funesto.

Quando as pessoas decidem colocar suas mágoas sobre a mesa, devem saber que manuseiam nitroglicerina pura. As palavras explodem com muita facilidade, e podem causar mais destruição do que promover restauração. Não são poucos os que se atrevem a resolver conflitos, e no processo criam outros ainda maiores, aprofundam as feridas que tentavam curar, ou mesmo ferem novamente o que estava cicatrizado. Tudo depende do coração. O encontro é ao redor de pessoas ou de problemas? A intenção é a reconciliação entre as pessoas ou a busca de soluções para os problemas? Por exemplo, quando percebo que sua dívida para comigo afastou você de mim, vou ao seu encontro em busca do pagamento da dívida ou da reaproximação afetiva? Nem sempre as duas coisas são possíveis. Infelizmente, minha experiência mostra que a maioria das pessoas prefere o ressarcimento da dívida em detrimento do abraço, o que fatalmente resulta em morte: as pessoas morrem umas para as outras e, consequentemente, as relações morrem também. A razão é óbvia: dívidas de amor são impagáveis, e somente o perdão abre os horizontes para o futuro da comunhão. Ficar analisando o caderno onde as dívidas estão anotadas e discutindo o que é justo e injusto, quem prejudicou quem e quando, pode resultar em alguma reparação de justiça, mas isso é inútil – dívidas de amor são impagáveis.

Mas o perdão tem o dia seguinte. Os que recebem perdão e abraços cuidam para não mais ferir o outro. Ainda que desobrigados pelo perdão, farão todo o possível para reparar os danos do caminho. Mas já não buscam justiça. Buscam comunhão. Já não o fazem porque se sentem culpados e querem se justificar para si mesmos ou para quem quer que seja, mas porque se percebem amados e não têm outra alternativa senão retribuir amando. As experiências de perdão que não resultam na busca do que é justo desmerecem o perdão e esvaziam sua grandeza e seu poder de curar. Perdoar é diferente de relevar. Perdoar é afirmar o amor sobre a justiça, sem jamais sacrificar o que é justo. O perdão coloca as coisas no lugar. E nos capacita a conviver com algumas coisas que jamais voltarão ao lugar de onde não deveriam ter saído. Sem perdão não existe amanhã.

Pr Ed René Kivitz

Postado por Regina Oliveira

http://mulheresvirtuosas.ning.com/profiles/blogs/sem-perd-o-n-o-existe-amanh

4

Views: 6

sábado, 16 de julho de 2011

Os Verdadeiros Contos De Fada


411px-little-red-riding-hood-project-gutenberg-etext-19993

Leitores , a história é a seguinte: Era uma vez um blogueiro chamado Voz do Além que fez esse post falando sobre mensagens subliminares nos desenhos da Disney; foi o maior rebuliço com gente falando que isso era mentira, outros falando que a Disney é do diabo e coisa e tal. Algum tempo depois, eu fiz uma série de posts com versões "turbinadas" das garotas dos saudosos desenhos da nossa infância. No meio deles estavam as princesas da Disney, e adivinhem: mais escrotização! Falaram que eu sou pervertido, tarado, pedófilo, necrófilo e outras coisas que prefiro não citar.

Mais pra frente ainda, o Voz do Além, pra acabar com o rebuliço em torno da Disney, fez esse post "provando" que mensagens subliminares (as da Disney inclusas) realmente funcionam. Mais uma vez tivemos certa polêmica, então, para finalizar de vez com o assunto Disney, criei esse post sobre a origem dos contos de fadas usados como base para os desenhos da Disney. Sim queridos leitores, aqueles contos bonitinhos, fofinhos e meiginhos que começam com "era uma vez" e terminam com "viveram felizes para sempre" têm em sua origem uma alta dose de putaria e sanguinolência. Coisas como pedofilia, incesto, mutilação e canibalismo eram bem naturais naquela época, então, abram suas mentes, e se preparem para nunca mais lembrarem da Cinderela, Bela Adormecida e Branca de Neve do mesmo jeito.

Chapeuzinho Vermelho

3dore

A história atual todos nós conhecemos: chapeuzinho vermelho, lobo mau, vovozinha e lenhador... Não preciso explicar certo!? Mas, na história original o lenhador não existe, na verdade a chapeuzinho e sua vovó são devoradas e pronto, parou por ai, nada de final feliz aqui.

Em outra versão ainda mais antiga, a chapeuzinho faz um strip-tease pro lobo (que as vezes era representado por um lobisomem ou um ogro) para assim poder fugir enquanto ele esta "distraído". Existe ainda uma versão mais bizarra ainda da história, onde o lobo estripa a vovó e obriga a chapeuzinho a jantá-la com ele. A chapeuzinho, que não é besta, diz que precisa ir ao banheiro (que naquela época ficava do lado de fora das casas) e fugia. Percebam que, em todas as versões que citei, o lobo sempre se dá bem no final, de uma forma ou de outra.

Branca de neve

gobledwarf

Na história original da Branca de Neve, a "madrasta malvada" (que em algumas versões não é madrasta e sim sua mãe original) não cai de um penhasco como é mostrado no final do filme da Disney. Ela na verdade é forçada a vestir sapatos de ferro em brasa e dançar até cair morta. Outra bizarrice nessa história é a idade da branca de neve. Na versão dos Irmãos Grimm ela tem apenas sete anos, ou seja, príncipes pedófilos eram normais naquela época. E ao invés de dar um "beijo de amor", o principie carrega o CORPO MORTO (ou adormecido, se vocês quiserem) da branca de neve para seu palácio, para que assim ela estivesse sempre com ele (isso pode ser considerado um tipo de necrofilia?). Depois de algum tempo, um de seus servos, cansado de ter que carregar um caixão de um lado pro outro, resolve descontar suas frustrações dando uma baita SURRA na branca de neve. Um dos golpes desferidos no estômago faz com que ela vomite a maçã envenenada e assim volte à vida.
Mas de todas as mudanças feitas através dos anos, a mais sangrenta foi em relação ao coração da Branca de Neve. Nas histórias mais antigas a rainha não pedia ao caçador para trazer só ele. Ela queria também outros órgãos principais como pulmão, fígado etc... fora isso ela também queria um jarro com seu sangue (acho que o caçador precisou mais que um cervo pra resolver isso). Vocês devem estar perguntando: "pra que tudo isso?". Simples, ela queria JANTAR a branca de neve! Bizarro não!?

A Bela Adormecida

burne4rosebower

Essa sim tem um passado bizarro. Nas primeiras versões, ao invés de espetar o dedo numa agulha e cair desacordada, a bela adormecida tinha uma "farpa" encravada debaixo da unha. Parece uma mudança pequena, mas ela nos leva ao ponto que realmente importa. Nessa mesma versão, o príncipe não é tão encantado assim, e resolve, digamos... se satisfazer na bela ainda adormecida. Depois de satisfeito, ele simplesmente vai embora (o Budd do Kill Bill não foi tão inteligente e acabou morto). Nove meses depois, a adormecida dá luz a gêmeos que, em busca de leite acabam acidentalmente chupando o dedo dela, retirando assim a farpa amaldiçoada.

E a coisa não para por ai, o príncipe que a engravidou (estuprou) continuou voltando (se é que vocês me entendem) durante os nove meses. Quando ele chegou lá e encontrou a bela, já não mais adormecida e com duas crianças, ele decidiu se casar com ela (pelo menos isso, né?), mas ele não poderia levá-la ao seu castelo, pois sua mãe era uma OGRA! (o feminino de ogro é ogra?) que tinha o habito de comer qualquer criança que aparecesse em seu caminho.

Por isso ele esperou alguns anos até que seu pai morresse e ele virasse rei para aí então poder levar sua mulher para seu reino. E assim aconteceu, mas na primeira viagem que ele fez, sua mãe ogra resolveu fazer o que todo ogro tem que fazer: comer seus dois netos, e não satisfeita, também sua nora. Mas, com a ajuda do cozinheiro a bela acordada conseguiu se esconder até o retorno de seu marido (rei “half-ogro”), que quando ficou sabendo dos planos de sua mãe (ogra) mandou mata-la. Bunito né!?

Em outras versões, o príncipe na verdade já era rei, e a mãe ogra era a esposa do rei, o resto é bem parecido. A esposa ciumenta quer, como vingança, comer (no sentido alimentício) os dois filhos bastardos do rei, mas acaba sendo descoberta e é queimada viva numa fogueira. Moral da história, se você encontrar uma mulher desmaiada num bosque, se divirta e não volte nunca mais; ou, se você for uma ogra, não tente comer seus netos; ou ainda, se vocês for uma mulher adormecida no meio do bosque, use cinto de castidade, ou ainda, não espete seu dedo numa agulha amaldiçoada!

Eu podia ficar nisso o resto da semana...

Cinderela

prinsepcindyfull

Esse é um dos contos de fadas mais antigos já registrados, e com a maior quantidade de variações também (+ou-700). Algumas versões envolvendo um peixe gigante no lugar da fada madrinha datam de 850AD! Em outras histórias a fada madrinha é na verdade uma árvore que nasce sobre o túmulo da mãe da Cinderela.

Uma das modificações mais brutais ocorre no momento em que as irmãs malvadas tentam calçar os sapatos de cristal para enganar o príncipe, numa versão bem bizarra da história, uma delas CORTA fora seus dedos do pé para vestir o sapatinho e assim enganar o príncipe. Mas ela é desmascarada pelos pássaros amigos da Cinderela, que mostram ao príncipe o sangue escorrendo pelos sapatinhos, e depois, como vingança, arrancam os olhos das duas irmãs que terminam suas vidas cegas e mancas.

Há ainda uma outra versão (na verdade, ela é tão diferente que alguns nem a consideram como uma versão e sim um tipo de CINDERELLA ORIGINS) onde a cinderela era filha de um rei viúvo (algumas vezes a própria Cinderela foi quem matou a mãe) que jurou nunca mais se casar, a não ser que encontre uma mulher tão bela quanto a falecida esposa, que tivesse os cabelos cor de ouro, e que conseguisse calçar os mesmos sapatos da finada (fetiche por pés sacou!?). Acaba que sua filha (cinderela) preenche todos os requisitos, como 2 e 2 são 4, nada mais lógico que ele se casar com a própria filha.

Ela, por sua vez, na tentativa de fugir do casamento com seu próprio pai velho, barrigudo e incestuoso, foge pelo mar num armário de madeira (eu também achei estranho mais fazer o que, os caras eram criativos oras), no final ela consegue fugir, mas acaba do outro lado do mundo trabalhando como escrava na casa das irmãs malvadas, e daí pra frente começa a historia que vocês conhecem.

João e Maria

betts_hansel1

Essa por si só já é assustadora, afinal, um pai que larga os filhos na floresta para morrer de fome não é lá o tipo de coisa que se lê para crianças certo!? Mas, numa versão mais antiga, a madrasta má, que pressiona o marido a lagar seus filhos na floresta, e a bruxa má são a mesma pessoa. Achei isso bem esquisito, mas as duas personagens tem personalidade bem similar. Outra alteração feita durante os anos foi com relação à própria bruxa que, em certa versão da história, na verdade é um casal de demônios, e ao invés de cozinhar João, eles querem estripa-lo num cavalete de madeira.

Quando o demônio "macho" sai para uma caminhada, a "demônia" manda Maria ajudar João a subir no cavalete, assim, quando seu marido voltar, tudo já estaria preparado. A esperta Maria finge não saber como colocar João deitado e pede para a "demônia" mostrar como se faz. Quando ela deita no cavalete, João e Maria a amarram ela e rapidamente cortam sua garganta. Depois fogem levando o dinheiro e a carroça do pobre casal de demônios.

O Flautista de Hamelin

pied_piper-796398

Nessa historia, um tocador de flautas mágico é contratado por uma cidade para livra-la de uma infestação de ratos. Ele cumpre seu papel, mas quando volta para receber seu tão suado dinheirinho, a cidade se recusa a pagar. Daí, como vingança, ele usa os poderes de sua flauta para raptar todas as crianças da cidade e só as devolve após receber seu pagamento. Até aqui tudo bonito, mensagem positiva e uma moral no fim da historia. Mas, o conto original não é bem assim, nele, o encantador não devolve as crianças depois de receber da relutante cidade. Na verdade ele faz com que elas todas se afoguem num rio. E, em algumas versões ainda mais antigas, há referencias a pedofilia em massa dentro de uma caverna escura.

A pequena sereia

waterhousemermaid

A grande diferença nesse conto está em seu final. Ao invés de se casar com o príncipe e viver feliz para sempre, a pequena sereia na verdade é abandonada por ele logo após ela beber a poção mágica que lhe transforma em mulher. Mas, como tudo tem seu preço, a poção tem um pequeno efeito colateral: durante o resto de sua vida a pequena ex-sereia iria sentir uma dor tremenda nos pés, como se eles estivesse pisando constantemente em facas. Vendo a traição, alguém (juro que não consegui descobrir quem) oferece um punhal para que ela tenha sua vingança. Mas, ao invés disso, ela pula no mar e "morre" se dissolvendo em espuma. Bom, comparado com a chapeuzinho vermelho, essa é até bem tranqüila.

Para compor esse texto, O autor usa e menciona MUITAS fontes diferentes na internet, tantas que não poderei citar todas aqui (até porque nem lembro todas), mas vou deixar as três principais onde vocês poderão ler cada conto (coisa que eu estou fazendo) e conhecer um pouco mais sobre o assunto.

aqui vocês encontraram vários contos de fadas diferentes, o problema e que estão todos em inglês.
http://www.pitt.edu/~dash/grimmtales.html

Esse site é excelente, tem tudo sobre contos de fadas, sua origem, adaptações, e outras coisas legais, dêem uma olhada no FAQ dele que tem mais coisas sobre as versões sinistras dos contos de fadas, mais uma vez, todo em inglês.
http://www.surlalunefairytales.com/index.html

Creio eu que esse dispensa apresentações correto!?
http://jovemnerd.ig.com.br/nerdcast/nerdcast-66-era-uma-vez-um-nerdcast/

FONTE: http://www.nerdssomosnozes.com/2009/03/os-verdadeiros-contos-de-fada.html

A verdadeira história da chapeuzinho vermelho. Tira as crianças da sala.

O texto (em aspas) foi retirado do site

http://www.revistapsicologia.com.br/materias/hoje/desumano.htm


"Maria Rita Kehl é uma psicanalista conhecida entre seus colegas de profissão, sobretudo no eixo Rio-São Paulo, e uma das minhas autoras preferidas. Preocupada com questões contemporâneas da nossa sociedade, e como psicanalista, investigadora do universo feminino (tendo publicado vários artigos e livros tais como “Masculino e Feminino na Cultura” e “Deslocamentos do Feminino”, ambos pela Imago), recentemente tive acesso a um antigo texto seu intitulado “A Psicanálise e o Domínio da Paixão”.
Neste texto, Maria Rita nos conta a verdadeira história de Chapeuzinho Vermelho. Na verdade a história contada antes do século XVIII, ou seja, antes que a revolução burguesa modificasse o pensamento e o comportamento ocidental, e, portanto, modificasse a história bem mais próxima do que a conhecemos hoje.

Sigo então o fio condutor da história contada por Maria Rita Kehl, ou seja, a história de Chapeuzinho contada pelos camponeses em volta do fogo, em noites de inverno europeu:

“Certo dia, a mãe de uma menina mandou que ela levasse um pouco de pão e de leite para sua avó. Quando a menina ia caminhando pela floresta, um lobo aproximou-se e perguntou-lhe onde ia:
Para a casa da vovó – ela respondeu.
Por que caminho você vai, o dos alfinetes ou o das agulhas? O das agulhas.

Então o lobo seguiu pelo caminho dos alfinetes e chegou primeiro à casa. Matou a avó, despejou seu sangue numa garrafa e cortou sua carne em fatias, colocando tudo numa travessa. Depois, vestiu sua roupa de dormir e ficou deitado na cama, a espera.
Pam, pam !.
Entre, querida.
Olá vovó. Trouxe para a senhora um pouco de pão e leite.
Sirva-se também de alguma coisa. Há carne e vinho na copa.
A menina comeu o que lhe era oferecido e, enquanto o fazia, um gatinho disse:
Menina perdida! Comer a carne e beber o sangue da sua avó!
Depois o lobo disse:
Tire a roupa e deite-se na cama comigo.
Onde ponho o avental?
Jogue no fogo. Você não vai mais precisar dele.
Para cada peça de roupa – corpete, saia, anágua e meias – a menina fazia a mesma pergunta. E cada vez, o lobo respondia:
Jogue no fogo. Você não vai precisar mais dela.
Quando a menina se deitou na cama, disse:
Ah, vovó! Como você é peluda!
É para me manter mais aquecida, querida.
Ah, vovó! Que ombros largos você tem!
É para carregar melhor a lenha, querida!
(...) Até que ela perguntou:
Ah, vovó! Que dentes grandes você tem!
É para comer melhor você, querida!
E ele a devorou”.

A história acaba aí, sem a menor menção do fim da história tal como a conhecemos. Sem “moral da história”, sem caçador, sem final feliz. A história de chapeuzinho é uma história de pura crueldade, desumanidade, escatologia erótica e perversa, demasiadamente perversa."
Que medo. E não vem não. A chapeuzinho "enganada" quis se deitar com a vó. Mas o que é isso? Um caso de pedofilia ao contrário? Seria uma geriofilia (atração por senhorinhas)?

Serão os 3 porquinhos, 3 bundões que sofrem de obesidade mórbida e são surpreendidos pelo mesmo lobo maníaco da história da chapeuzinho? A vozinha a reencarnação da vó desavisada. O lobo, um serial killer. Uma pena o FBI não existir naquela época. Sem análise de perfil, não há identificação do culpado. E ele continuou rondando outras historinhas.

Eu que não conto nada disso pros meus filhos.
Fico pensando nas novas histórias contemporâneas.
"Era uma vez uma garotinha que se chamava melancia. Ela tinha super poderes no bumbum. Um dia, o Sr Créu propôs uma disputa..."

Pobres crianças dessa época.