sábado, 16 de julho de 2011

Os Verdadeiros Contos De Fada


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Leitores , a história é a seguinte: Era uma vez um blogueiro chamado Voz do Além que fez esse post falando sobre mensagens subliminares nos desenhos da Disney; foi o maior rebuliço com gente falando que isso era mentira, outros falando que a Disney é do diabo e coisa e tal. Algum tempo depois, eu fiz uma série de posts com versões "turbinadas" das garotas dos saudosos desenhos da nossa infância. No meio deles estavam as princesas da Disney, e adivinhem: mais escrotização! Falaram que eu sou pervertido, tarado, pedófilo, necrófilo e outras coisas que prefiro não citar.

Mais pra frente ainda, o Voz do Além, pra acabar com o rebuliço em torno da Disney, fez esse post "provando" que mensagens subliminares (as da Disney inclusas) realmente funcionam. Mais uma vez tivemos certa polêmica, então, para finalizar de vez com o assunto Disney, criei esse post sobre a origem dos contos de fadas usados como base para os desenhos da Disney. Sim queridos leitores, aqueles contos bonitinhos, fofinhos e meiginhos que começam com "era uma vez" e terminam com "viveram felizes para sempre" têm em sua origem uma alta dose de putaria e sanguinolência. Coisas como pedofilia, incesto, mutilação e canibalismo eram bem naturais naquela época, então, abram suas mentes, e se preparem para nunca mais lembrarem da Cinderela, Bela Adormecida e Branca de Neve do mesmo jeito.

Chapeuzinho Vermelho

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A história atual todos nós conhecemos: chapeuzinho vermelho, lobo mau, vovozinha e lenhador... Não preciso explicar certo!? Mas, na história original o lenhador não existe, na verdade a chapeuzinho e sua vovó são devoradas e pronto, parou por ai, nada de final feliz aqui.

Em outra versão ainda mais antiga, a chapeuzinho faz um strip-tease pro lobo (que as vezes era representado por um lobisomem ou um ogro) para assim poder fugir enquanto ele esta "distraído". Existe ainda uma versão mais bizarra ainda da história, onde o lobo estripa a vovó e obriga a chapeuzinho a jantá-la com ele. A chapeuzinho, que não é besta, diz que precisa ir ao banheiro (que naquela época ficava do lado de fora das casas) e fugia. Percebam que, em todas as versões que citei, o lobo sempre se dá bem no final, de uma forma ou de outra.

Branca de neve

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Na história original da Branca de Neve, a "madrasta malvada" (que em algumas versões não é madrasta e sim sua mãe original) não cai de um penhasco como é mostrado no final do filme da Disney. Ela na verdade é forçada a vestir sapatos de ferro em brasa e dançar até cair morta. Outra bizarrice nessa história é a idade da branca de neve. Na versão dos Irmãos Grimm ela tem apenas sete anos, ou seja, príncipes pedófilos eram normais naquela época. E ao invés de dar um "beijo de amor", o principie carrega o CORPO MORTO (ou adormecido, se vocês quiserem) da branca de neve para seu palácio, para que assim ela estivesse sempre com ele (isso pode ser considerado um tipo de necrofilia?). Depois de algum tempo, um de seus servos, cansado de ter que carregar um caixão de um lado pro outro, resolve descontar suas frustrações dando uma baita SURRA na branca de neve. Um dos golpes desferidos no estômago faz com que ela vomite a maçã envenenada e assim volte à vida.
Mas de todas as mudanças feitas através dos anos, a mais sangrenta foi em relação ao coração da Branca de Neve. Nas histórias mais antigas a rainha não pedia ao caçador para trazer só ele. Ela queria também outros órgãos principais como pulmão, fígado etc... fora isso ela também queria um jarro com seu sangue (acho que o caçador precisou mais que um cervo pra resolver isso). Vocês devem estar perguntando: "pra que tudo isso?". Simples, ela queria JANTAR a branca de neve! Bizarro não!?

A Bela Adormecida

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Essa sim tem um passado bizarro. Nas primeiras versões, ao invés de espetar o dedo numa agulha e cair desacordada, a bela adormecida tinha uma "farpa" encravada debaixo da unha. Parece uma mudança pequena, mas ela nos leva ao ponto que realmente importa. Nessa mesma versão, o príncipe não é tão encantado assim, e resolve, digamos... se satisfazer na bela ainda adormecida. Depois de satisfeito, ele simplesmente vai embora (o Budd do Kill Bill não foi tão inteligente e acabou morto). Nove meses depois, a adormecida dá luz a gêmeos que, em busca de leite acabam acidentalmente chupando o dedo dela, retirando assim a farpa amaldiçoada.

E a coisa não para por ai, o príncipe que a engravidou (estuprou) continuou voltando (se é que vocês me entendem) durante os nove meses. Quando ele chegou lá e encontrou a bela, já não mais adormecida e com duas crianças, ele decidiu se casar com ela (pelo menos isso, né?), mas ele não poderia levá-la ao seu castelo, pois sua mãe era uma OGRA! (o feminino de ogro é ogra?) que tinha o habito de comer qualquer criança que aparecesse em seu caminho.

Por isso ele esperou alguns anos até que seu pai morresse e ele virasse rei para aí então poder levar sua mulher para seu reino. E assim aconteceu, mas na primeira viagem que ele fez, sua mãe ogra resolveu fazer o que todo ogro tem que fazer: comer seus dois netos, e não satisfeita, também sua nora. Mas, com a ajuda do cozinheiro a bela acordada conseguiu se esconder até o retorno de seu marido (rei “half-ogro”), que quando ficou sabendo dos planos de sua mãe (ogra) mandou mata-la. Bunito né!?

Em outras versões, o príncipe na verdade já era rei, e a mãe ogra era a esposa do rei, o resto é bem parecido. A esposa ciumenta quer, como vingança, comer (no sentido alimentício) os dois filhos bastardos do rei, mas acaba sendo descoberta e é queimada viva numa fogueira. Moral da história, se você encontrar uma mulher desmaiada num bosque, se divirta e não volte nunca mais; ou, se você for uma ogra, não tente comer seus netos; ou ainda, se vocês for uma mulher adormecida no meio do bosque, use cinto de castidade, ou ainda, não espete seu dedo numa agulha amaldiçoada!

Eu podia ficar nisso o resto da semana...

Cinderela

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Esse é um dos contos de fadas mais antigos já registrados, e com a maior quantidade de variações também (+ou-700). Algumas versões envolvendo um peixe gigante no lugar da fada madrinha datam de 850AD! Em outras histórias a fada madrinha é na verdade uma árvore que nasce sobre o túmulo da mãe da Cinderela.

Uma das modificações mais brutais ocorre no momento em que as irmãs malvadas tentam calçar os sapatos de cristal para enganar o príncipe, numa versão bem bizarra da história, uma delas CORTA fora seus dedos do pé para vestir o sapatinho e assim enganar o príncipe. Mas ela é desmascarada pelos pássaros amigos da Cinderela, que mostram ao príncipe o sangue escorrendo pelos sapatinhos, e depois, como vingança, arrancam os olhos das duas irmãs que terminam suas vidas cegas e mancas.

Há ainda uma outra versão (na verdade, ela é tão diferente que alguns nem a consideram como uma versão e sim um tipo de CINDERELLA ORIGINS) onde a cinderela era filha de um rei viúvo (algumas vezes a própria Cinderela foi quem matou a mãe) que jurou nunca mais se casar, a não ser que encontre uma mulher tão bela quanto a falecida esposa, que tivesse os cabelos cor de ouro, e que conseguisse calçar os mesmos sapatos da finada (fetiche por pés sacou!?). Acaba que sua filha (cinderela) preenche todos os requisitos, como 2 e 2 são 4, nada mais lógico que ele se casar com a própria filha.

Ela, por sua vez, na tentativa de fugir do casamento com seu próprio pai velho, barrigudo e incestuoso, foge pelo mar num armário de madeira (eu também achei estranho mais fazer o que, os caras eram criativos oras), no final ela consegue fugir, mas acaba do outro lado do mundo trabalhando como escrava na casa das irmãs malvadas, e daí pra frente começa a historia que vocês conhecem.

João e Maria

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Essa por si só já é assustadora, afinal, um pai que larga os filhos na floresta para morrer de fome não é lá o tipo de coisa que se lê para crianças certo!? Mas, numa versão mais antiga, a madrasta má, que pressiona o marido a lagar seus filhos na floresta, e a bruxa má são a mesma pessoa. Achei isso bem esquisito, mas as duas personagens tem personalidade bem similar. Outra alteração feita durante os anos foi com relação à própria bruxa que, em certa versão da história, na verdade é um casal de demônios, e ao invés de cozinhar João, eles querem estripa-lo num cavalete de madeira.

Quando o demônio "macho" sai para uma caminhada, a "demônia" manda Maria ajudar João a subir no cavalete, assim, quando seu marido voltar, tudo já estaria preparado. A esperta Maria finge não saber como colocar João deitado e pede para a "demônia" mostrar como se faz. Quando ela deita no cavalete, João e Maria a amarram ela e rapidamente cortam sua garganta. Depois fogem levando o dinheiro e a carroça do pobre casal de demônios.

O Flautista de Hamelin

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Nessa historia, um tocador de flautas mágico é contratado por uma cidade para livra-la de uma infestação de ratos. Ele cumpre seu papel, mas quando volta para receber seu tão suado dinheirinho, a cidade se recusa a pagar. Daí, como vingança, ele usa os poderes de sua flauta para raptar todas as crianças da cidade e só as devolve após receber seu pagamento. Até aqui tudo bonito, mensagem positiva e uma moral no fim da historia. Mas, o conto original não é bem assim, nele, o encantador não devolve as crianças depois de receber da relutante cidade. Na verdade ele faz com que elas todas se afoguem num rio. E, em algumas versões ainda mais antigas, há referencias a pedofilia em massa dentro de uma caverna escura.

A pequena sereia

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A grande diferença nesse conto está em seu final. Ao invés de se casar com o príncipe e viver feliz para sempre, a pequena sereia na verdade é abandonada por ele logo após ela beber a poção mágica que lhe transforma em mulher. Mas, como tudo tem seu preço, a poção tem um pequeno efeito colateral: durante o resto de sua vida a pequena ex-sereia iria sentir uma dor tremenda nos pés, como se eles estivesse pisando constantemente em facas. Vendo a traição, alguém (juro que não consegui descobrir quem) oferece um punhal para que ela tenha sua vingança. Mas, ao invés disso, ela pula no mar e "morre" se dissolvendo em espuma. Bom, comparado com a chapeuzinho vermelho, essa é até bem tranqüila.

Para compor esse texto, O autor usa e menciona MUITAS fontes diferentes na internet, tantas que não poderei citar todas aqui (até porque nem lembro todas), mas vou deixar as três principais onde vocês poderão ler cada conto (coisa que eu estou fazendo) e conhecer um pouco mais sobre o assunto.

aqui vocês encontraram vários contos de fadas diferentes, o problema e que estão todos em inglês.
http://www.pitt.edu/~dash/grimmtales.html

Esse site é excelente, tem tudo sobre contos de fadas, sua origem, adaptações, e outras coisas legais, dêem uma olhada no FAQ dele que tem mais coisas sobre as versões sinistras dos contos de fadas, mais uma vez, todo em inglês.
http://www.surlalunefairytales.com/index.html

Creio eu que esse dispensa apresentações correto!?
http://jovemnerd.ig.com.br/nerdcast/nerdcast-66-era-uma-vez-um-nerdcast/

FONTE: http://www.nerdssomosnozes.com/2009/03/os-verdadeiros-contos-de-fada.html

A verdadeira história da chapeuzinho vermelho. Tira as crianças da sala.

O texto (em aspas) foi retirado do site

http://www.revistapsicologia.com.br/materias/hoje/desumano.htm


"Maria Rita Kehl é uma psicanalista conhecida entre seus colegas de profissão, sobretudo no eixo Rio-São Paulo, e uma das minhas autoras preferidas. Preocupada com questões contemporâneas da nossa sociedade, e como psicanalista, investigadora do universo feminino (tendo publicado vários artigos e livros tais como “Masculino e Feminino na Cultura” e “Deslocamentos do Feminino”, ambos pela Imago), recentemente tive acesso a um antigo texto seu intitulado “A Psicanálise e o Domínio da Paixão”.
Neste texto, Maria Rita nos conta a verdadeira história de Chapeuzinho Vermelho. Na verdade a história contada antes do século XVIII, ou seja, antes que a revolução burguesa modificasse o pensamento e o comportamento ocidental, e, portanto, modificasse a história bem mais próxima do que a conhecemos hoje.

Sigo então o fio condutor da história contada por Maria Rita Kehl, ou seja, a história de Chapeuzinho contada pelos camponeses em volta do fogo, em noites de inverno europeu:

“Certo dia, a mãe de uma menina mandou que ela levasse um pouco de pão e de leite para sua avó. Quando a menina ia caminhando pela floresta, um lobo aproximou-se e perguntou-lhe onde ia:
Para a casa da vovó – ela respondeu.
Por que caminho você vai, o dos alfinetes ou o das agulhas? O das agulhas.

Então o lobo seguiu pelo caminho dos alfinetes e chegou primeiro à casa. Matou a avó, despejou seu sangue numa garrafa e cortou sua carne em fatias, colocando tudo numa travessa. Depois, vestiu sua roupa de dormir e ficou deitado na cama, a espera.
Pam, pam !.
Entre, querida.
Olá vovó. Trouxe para a senhora um pouco de pão e leite.
Sirva-se também de alguma coisa. Há carne e vinho na copa.
A menina comeu o que lhe era oferecido e, enquanto o fazia, um gatinho disse:
Menina perdida! Comer a carne e beber o sangue da sua avó!
Depois o lobo disse:
Tire a roupa e deite-se na cama comigo.
Onde ponho o avental?
Jogue no fogo. Você não vai mais precisar dele.
Para cada peça de roupa – corpete, saia, anágua e meias – a menina fazia a mesma pergunta. E cada vez, o lobo respondia:
Jogue no fogo. Você não vai precisar mais dela.
Quando a menina se deitou na cama, disse:
Ah, vovó! Como você é peluda!
É para me manter mais aquecida, querida.
Ah, vovó! Que ombros largos você tem!
É para carregar melhor a lenha, querida!
(...) Até que ela perguntou:
Ah, vovó! Que dentes grandes você tem!
É para comer melhor você, querida!
E ele a devorou”.

A história acaba aí, sem a menor menção do fim da história tal como a conhecemos. Sem “moral da história”, sem caçador, sem final feliz. A história de chapeuzinho é uma história de pura crueldade, desumanidade, escatologia erótica e perversa, demasiadamente perversa."
Que medo. E não vem não. A chapeuzinho "enganada" quis se deitar com a vó. Mas o que é isso? Um caso de pedofilia ao contrário? Seria uma geriofilia (atração por senhorinhas)?

Serão os 3 porquinhos, 3 bundões que sofrem de obesidade mórbida e são surpreendidos pelo mesmo lobo maníaco da história da chapeuzinho? A vozinha a reencarnação da vó desavisada. O lobo, um serial killer. Uma pena o FBI não existir naquela época. Sem análise de perfil, não há identificação do culpado. E ele continuou rondando outras historinhas.

Eu que não conto nada disso pros meus filhos.
Fico pensando nas novas histórias contemporâneas.
"Era uma vez uma garotinha que se chamava melancia. Ela tinha super poderes no bumbum. Um dia, o Sr Créu propôs uma disputa..."

Pobres crianças dessa época.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Se Preciso Fosse...

Se Preciso Fosse...


Cadê aquele brilho em teu olhar
Que eu te dei filho meu?
Cadê aquele amor que eu formei filho meu?

Eu não te fiz para viver tão longe assim
Eu não te fiz para sofrer
Onde está teu coração que eu comprei filho meu?
(Eu morreria) Eu morreria nesta cruz mais uma vez (sim)
Eu sofreria nesta cruz mais vez
Todo o meu sangue que verti nesta cruz por você
Filho meu

Mais uma vez (por você)
Mais uma vez (filho meu)
Mais uma vez (mais uma vez)
Mais uma vez

Eu morreria nesta cruz
Só pra te ter pra mim filho meu (o Senhor te diz)
Eu sofreria nesta cruz
Se preciso fosse por você
Mais uma vez (mais uma vez, por você)
Mais uma vez (filho meu, eu faria por você)
Mais uma vez (vem de novo pr´os meus braços filho meu)
Mais uma vez (dá-me teu coração)
Mais uma vez (eu quero, eu quero, teu coração)
Mais uma vez (anseio, anseio, te ter em meus braços filho meu)
Mais uma vez (volta pra mim, filho meu)
Te quero

DIA DO HOMEM - 15 de Julho


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Sinceramente,
não sei de onde ele veio.
Se foi do pó da terra
no sexto dia, onde o sol se deita.
Se foi duma nave espacial
vinda de qualquer outro planeta.
Se cresceu do húmus fértil
nascido de uma mística planta.
Se nasceu do ventre de Pandora
moldada por argila mitológica.
Se nasceu Ask numa praia
de um tronco debruçado na areia.
Se é resultado da evolução
dos macacos, irmãos primatas.
Se apareceu no oceano
tentando tirar a lua do fundo do mar.
Se caiu do céu feito uma estrela
e germinou da terra igual uma centelha.
Se foi fecundado pelo Espírito Santo
no ventre materno do portal da vida.
Se foi imaginado pelo Criador
e nasceu do dedo mágico de Deus.

Só sei que são meninos-homens
homens-meninos com natureza masculina.
Almas com instinto macho e espírito
perfumado de testosterona.
Buscam por sua fêmea para
amá-la e protegê-la.
E quando nascem seus filhos
são exemplos de homens para eles.
Existem homens de todos os tipos
porque a individualidade não se repete.
Entretanto,
o que mais define um homem
é a sua índole.


No Brasil, 15 de julho é o dia do homem.
No mundo, 19 de novembro é o dia internacional do homem.

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Fonte:
http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=192502#.TiBFSoKDy4E.orkut

terça-feira, 12 de julho de 2011

Falando sobre propaganda

Objetivos gerais-

Trabalhar interpretação no sentido amplo da palavra. Provocar uma reflexão em grupo a respeito da mídia, e no caso mais específico, das propagandas. Provocar o pensamento crítico perante o mundo que os cercam.

Objetivos específicos-
Ajudar na interpretação de imagens, e então passar desta interpretação para a produção de escrita.

Conteúdo -
Crítica às propagandas;
Produção de texto.

Estratégias -
Primeiramente mostrar a propaganda de cerveja que aparece no blog:http://segundalousa.blogspot.com no título "A propaganda".
Em seguida partir para uma discussão em grupo, a respeito dos valores que esta propaganda carrega (imagem da mulher objeto, a cerveja para esportista, mulheres brancas e felizes, a realidade X fantasia das propagandas).
Em seguida ver os demais vídeos no mesmo blog, com título "Mais propagandas para analisar".
Agora sim, o grupo terá um vasto material para elaborarem um texto crítico à respeito de propaganda.

Avaliação-
Analisar os textos produzidos, bem como as críticas que os alunos fizeram com relação ao tema.

Problemas que afetam o Planeta Terra

As palavras não nascem amarradas, elas saltam, se beijam, se dissolvem, no céu livre por vezes um desenho, são puras, largas, autênticas, indevassáveis”.

(Carlos Drummond de Andrade)

SÉRIE: 4ª série do Ensino Fundamental I

OBJETIVOS GERAIS

- Motivar e levar os alunos a refletirem oralmente e através da escrita, sob a forma de carta, a respeito dos problemas que atingem o Planeta Terra atualmente;
- Diversificar para o aluno as possibilidades de conhecimento da língua e da expressão oral e escrita.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
- Conhecer, observar e produzir uma carta, considerando as características desse gênero de textual e as condições da situação de produção desse tipo de escrita.

CONTEÚDO

- Gênero textual: carta;
- Função desse tipo de texto (para que serve);
- Tipos de carta;
- Conceito de destinatário;
- Tipo de linguagem empregada em uma carta.

ESTRATÉGIAS

- Apresentação de texto não-verbal (imagem do quadro de Salvador Dalí;
- Discussão com os alunos à respeito do tema, a partir da leitura feita por eles da imagem apresentada;
- Apresentação da proposta de produção de texto: a carta;
- Construção junto com o grupo de alunos das características que envolvem a elaboração de uma carta;
- Leitura de um modelo de carta que aborda o tema da aula;
- Produção escrita de uma carta dos alunos.

RECURSOS DE ENSINO

- Retroprojetor e transparências
- Microcomputador
- Lousa e giz
- Folha pautada

TEMPO PREVISTO

Duas ou três aulas de 50 minutos cada

AVALIAÇÃO

O aluno será avaliado de acordo com sua participação nas reflexões orais (comentários e contribuições pertinentes ao tema) e através do produto final, a carta, para podermos analisar a apreensão desse aluno quanto às características que envolvem esse gênero textual. Não serão atribuídas notas às produções escritas, somente conceitos (satisfatório ou não satisfatório) que priorizarão a estrutura do gênero textual solicitado.

Fazendo quadrinhos pela internet

Português e informática

Objetivos específicos-

*Diferenciar o gênero literário das revistas em quadrinhos de outros gêneros
*Caracterizar e descrever este gênero (das revistas em quadrinhos)
*Elaborar uma tirinha de revista em quadrinho pela internet
*Utilizar ferramentas do site que são comuns à outros softwares, tais como: arrastar, selecionar, trazer uma imagem para frente ou para trás, fazer flip na figura, alterar tamanho da figura, baixar imagem de um arquivo, digitar texto.
*publicar sua tirinha em um blog.

Conteúdos-

*diferenciar e definir o gênero literário da revista em quadrinhos.
*utilização da internet como meio de divulgação e de comunicação.

Estratégias-

1- Pedir aos alunos que tragam de suas casa gibis.
2- O professor leva para a classe um livro, um jornal, um folheto. Pede que os alunos levantem as características que os gibis apresentam em comum e no que difere dos demais gêneros.
3- A professora pede à alguns alunos que leiam em voz alta uma pequena história de um dos gibis. Assim, é fácil caracterizar a linguagem utilizada nos gibis.
4- A professor pede então que os alunos elaborem individualmente uma tirinha de gibi. Estas tirinhas pode conter: o balão, personagens, plano de fundo, onomatopéias. Deve ter no máximo 3 painéis (quadrinhos).
5- Uma vez elaborada a tirinha, na sala de informática os alunos são apresentados para o sitewww.toondoo.com
6- cada aluno deve se registrar.
7- a professora mostra como utilizar as ferramentas, para que então o aluno crie sua tirinha (que já foi planejada na sala de aula).
8- Se a classe tiver um blog, podem publicar as tirinhas.

Série: 4a. Série – EJA (Educação de Jovens e Adultos)

Objetivos:
Construção de texto coletivo, utilizando rótulos e recortes de revistas, abordando situações de seu cotidiano.

Conteúdo:
·Leitura e escrita de rótulos e recortes de revista.
·Construção de texto coletivo.

Estratégia:
1-Explicar a atividade para os alunos;
2-Distribuir um rótulo ou recorte de revista para cada um;
3-Solicitar que cada aluno leia ou diga aos demais o que tem em mãos;
4-Fixar um cartaz na lousa para realização da atividade;
5-O texto coletivo será iniciado por eles com a nossa colaboração;
6-Convidar os alunos para construir uma frase inserindo a figura que tem em mãos e dar seqüência ao texto;
7-Ler o texto em conjunto;
8-Apontar discordâncias ortográficas e sugerir alterações;
9-Explicar a estrutura de um texto.

Avaliação: Verificar se houve uma construção do texto coletivo de forma lógica e coerente;

Tempo de duração: 1h. e 30min.

Criando manchetes de jornal- sugestões de atividades


Disciplina: Língua Portuguesa/Literatura

Ciclo: Ensino Fundamental - 5ª a 9ª
Assunto: Estrutura de texto jornalístico – manchete
Tipo: Texto
Nas aulas de análise da estrutura do texto jornalístico, depois de trabalhar com alguns jornais e explorar os sentidos das manchetes, o professor pode propor uma situação engraçada que favoreça a compreensão do sentido da manchete e de sua relação com o texto.
Para começar, proponha a atividade de escrita em grupo.
Divida a turma em grupos de quatro alunos.
Em uma folha, cada aluno escreve o nome do personagem da notícia, evitando que seus companheiros leiam. Para isso, solicite que dobrem o espaço escrito da folha.
Em seguida, devem passá-la ao colega do lado.Peça-lhes que, adotando a mesma estratégia, escrevam:
-um verbo para indicar o acontecimento;
-o local em que o acontecimento se desenvolveu;
-o momento do fato.

Ao terminar a rodada, cada grupo terá quatro manchetes que serão lidas e uma eleita para socializar para classe.
Um exemplo:

DONA DE CASA RONCA NO CONSULTÓRIO DO DENTISTA À MEIA-NOITE


Essa dinâmica divertida dinamiza a aula, motiva os alunos e favorece a percepção de que a manchete é importante para despertar o interesse e a curiosidade do leitor. Finalmente, o grupo deverá criar um texto que explique o acontecimento da manchete escolhida.

Texto original: Vera Lúcia Moreira