quinta-feira, 23 de setembro de 2010

AS BOAS LEITURAS

Querendo ou não, somos influenciados por tudo e por todos a nossa volta, pelo pensamento universal através dos tempos.
Acho que minha geração foi incentivada a leitura, não tínhamos tantos meios de comunicação como hoje, e a juventude dos "anos dourados" passou por um período de grandes transformações políticas, sociais e econômicas. O mundo explodia em progresso, tecnologias, em música, cinema, artes em geral.
Acho que vivemos tantos avanços e saltos para o futuro, que os últimos 60 anos correspondem a séculos de historia da humanidade.
Foi tudo tão rápido que talvez tenhamos deixado de vivenciar algumas etapas, ou pensado mais no ser produtivo esquecendo o humano, ou descuidado da harmonia com a natureza, da qual fazemos parte. Ficamos mesmo numa roda viva nos levando, tanto que agora já se pensa numa possível desaceleração pela sobrevivência de todos e do planeta. Vamos torcer e nos empenhar por melhores caminhos.Acho que fui me estendendo e fugi ao tema. É que de todas as leituras, nacionais e estrangeiras, todas de muita essência e importância na nossa formação, principalmente na juventude, a de Jorge Amado me disse com mais intensidade, e identidade com um jeito brasileiro de ser.
Nunca soube entender e explicar bem isso, mas ao ler o belo trabalho que segue (PUC-SP / Dra. Edilene Dias Matos), visualizei melhor.
Ela começa dizendo:Para Jorge Amado escrever era transmitir vida. "Nenhum crítico ensina ninguém a escrever", dizia ele com convicção. Transmitir vida significava, sem dúvida, a possibilidade de pôr o mundo de cabeça para baixo, tornando-o mais humano e mais alegre. O homem e as várias dimensões e facetas do humano - a própria "carnadura do mundo" A liberdade é concebida tanto no plano individual como no plano social.
A função simbolizadora da imaginação não pretende uma verdade científica, mas uma verdade contida nas percepções.
O imaginário, espaço que abriga a imaginação, delineia, em oposição a uma verdade científica, uma verdade de ordem perceptual, que não deixa de ser uma verdade também. NA ÍNTEGRA EM:

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Ritmos para Primavera

Um vento frio passou por aqui
Levantando a poeira do chão
As sementinhas adormeceram
Protegê-las veio um anão
Guardou-a durante o inverno
Nas profundezas da terra
Envolveu-a num sono profundo
Para acordá-la na primavera
E agora, lá fora, ouvimos um piu-piu
É um passarinho
O que será que ele viu?

Música:Canta o passarinho para
anunciar que a primavera breve
vai chegar...

Caiu no chão uma sementinha
Uma semente pequenininha
Vieram os raios do sol dançando,
brincando, acariciando a semente chamando
Ela ficou muito feliz e contente
Mas foi ficando quente e mais quente
Põe-se à semente a lamentar:
“Não vem ninguém para me ajudar?”
Um ventinho sapeca que por ali passou
A semente numa gruta escura enfurnou
No chão frio e duro
Chorava a sementinha no escuro
Eis que São Micael apareceu
E a sementinha acolheu
Enterrou-a na terra quentinha e macia
Então feliz a semente sorria
No colo da mãe terra.

A semente está dormindo.
No escuro junto aos gnomos.
Que dela cuidam sorrindo.
Eis que um dia ela desperta.
E começa a espreguiçar.
Acha escuro lá na terra
E a luz vai procurar
Os raios do sol vêm chegando
E a plantinha acariciando
Vão passando bem devagar
Deixando ali uma cor a brilhar
Eis que se abre o botão da flor
Nos revelando perfume e cor

Um anão estava passeando para o chão ia olhando quando de repente parou pois uma semente avistou pobrezinha da sementinhalá estava tão sozinha com muito cuidado
o anão a pegou e para o fundo da terra levoul
á arrumou uma linda caminha,
onde deitou a sementinhamuito tempo lá ficou dormindo
até que um dia o anão disse sorrindo:"A sementinha está acordando,
ela está se espreguiçandono escuro não quer ficar, a luz do sol vaiprocurar,
ela vai se esticando até que... ah!"Duas folhinhas o sol ficou admirando.

Tantas estrelas, no céu, a brilhar
Tantas conchinhas brincando com o mar
Tantos carneiros no campo a pular
E passarinhos voando a cantar
Tantas abelhas fazendo zum-zum

E borboletas azuis a voar
Tantas gotinhas de orvalho na grama
Mãezinha, só uma eu tenho para amar

Fui passear no jardim celeste – giroflê, giroflê
O que fostes fazer lá – giroflê, giroflê
Fui colher as violetas – giroflê, giroflê
Para que servem as violetas – giroflê, giroflê
Para coroar nossas cabeças – giroflê, giroflê
Se encontrares com o rei – giroflê, giroflê

Eu tiraria o meu chapéu – giroflê, giroflê
Se encontrasses com a rainha – giroflê, giroflê
Eu faria uma reverência – giroflê, giroflê
Se encontrasses com o soldado – giroflê, giroflê
Eu faria uma continência – giroflê, giroflê
Se encontrasses com o diabo – giroflê, giroflê
Eu faria o sinal da cruz – giroflê, giroflê
Eu faria o sinal da cruz para te encontrar

Teatro da Primavera


Não se ouvia o canto dos passarinhos, nem os grilos entre as folhas secas; o riacho deslizava pelas pedras. Apenas o vento frio brincava por lá. Quando ele vinha sacudia os galhos das árvores o levantava a poeira do chão; empurrava as nuvens para outras paragens. As plantas ressecadas estavam tristes e se queixavam do gado. A garoa e o orvalho ouviam seus apelos mas o frio ainda trazia a geada para ficar com ele.
Eis que, entre ventos frios e cortantes, penetrou pela floresta um gigante de longas barbas vestido com grossas meias e pesadas botas.
E ele soprava por entre penhascos rochosos, abria fendas na terra seca, levantando as folhas caídas das árvores junto com espessas nuvens de poeira.
O gigante ia se aproximando e o vento, sentindo a sua presença, foi se acalmando, e juntos continuaram sua interminável caminhada.
Surgiu então na floresta o mensageiro da primavera.
Música: Canta o passarinho para anunciar,
Que a primaveraBreve vai chegar
Rios e cascatas correm a cantar,
Que a primavera Breve vai chegar
E os grilos alegres sempre a saltar,
Que a primavera Breve vai chegar

E, nas profundezas da terra, as sementinhas,
tão bem cuidadas pelos anõezinhos, acordaram ao ouvir aquela melodia.
As azaléias lançaram seus brotos e um passarinho cantou ao longe.
O gigante, continuando sua caminhada encontrou a seca que se
arrastava vagarosamente pela estrada.
Por onde ela passava, as plantas perdiam o seu vigor,
os riachos ficavam tristes, as borboletas e as abelhas procuravam outros lugares e as nuvens assustadas corriam para detrás das montanhas.
O gigante, na sua caminhada, levou a seca consigo.
Surgiu então, na floresta, o mensageiro da primavera.
Música:
Canta o passarinho...
Primeiras flores...Azaléias...
Aquela melodia, aquecendo as sementinhas,
foi com que estas buscassem a luz.
As azaléias abriram suas primeiras flores na silenciosa floresta.
E ouvia-se o canto de alguns passarinhos.
Porém, a noite chegou trazendo consigo a neblina envolta em espessos e cinzentos véus. E ela tudo encobriu.
As sementinhas e as florzinhas se aconchegaram novamente no seio da Mãe-Terra e lá os anõezinhos continuaram seu trabalho, fortalecendo as plantinhas.
Ao amanhecer o gigante passou pela floresta e levou consigo a neblina em sua interminável caminhada.
Uma brisa ligeira soprou entre as árvores. E com ela vieram tantas nuvenzinhas que encobriram o céu. E elas foram baixando e desceram até a terra.
E se escutou um pingo aqui, outro pingo ali. E depois eram muitos pingos, e mais e mais. Era a chuva que se derramava pela floresta. As árvores abriram suas folhas, a água desceu às profundezas da terra. O riacho cantou alegre e, rápido pulava pelas pedras. Soprou, depois, um vento forte e surgiu na floresta o mensageiro da primavera.
Música: Desperta no bosque,
gentil primavera Com ela chegou o canto gorjeio dos sabiás...
trá-lá-lá...
Com lindos trinados,
suaves e belos,gentis vão os passarinhos, saudando a primavera...trá-lá-lá...
Parece que há festa, é em toda a floresta, o bosque está perfumado com flores de manacá trá-lá-lá...

o sol brilhou e a tudo iluminou: os passarinhos que cantava em revoada, as flores abrindo suas pétalas dando boas-vindas às borboletas, as abelhas que voavam de flor em flor, os grilos saltando entre as ramagens, os pequenos animais da floresta que saltitavam entre a relva.

Era a Mãe-Terra que, acordando do seu sono profundo nos trazia a PRIMAVERA.

A Dança das Flores

Flor do jardim,
flor que deveria ser da primavera,
mas que preferiu enganar as estações.
Leve flor carregada pelo vento.
E nele desliza como que em delicada dança,
Flor que teve por par a brisa.
Brisa que acalmou o vento,
do som que se escondia no silêncio,
dos segredos que, embora ditos,
somente foram ouvidos pelos que tinham
ouvidos de ouvir,
pois que escutavam com a alma, pois que conheciam os caminhos do coração.
Flor que é delicadeza no botão,
e esplendor no seu momento mágico.
Flor que decora o circo da vida,
onde os pecados
convivem com as virtudes,
onde o perdão os liberta,
e os transforma em sementes renovadas.

Se desejar ouvir o áudio: http://recantodasletras.u...
Se desejar ver o PPS: http://recantodasletras.u...

Ares de Primavera

Flor perdida no vento,mensageira que veio de longe
traz letra cifrada em suas pétalas,traz cor que desconhecia,
traz luz que pensei perdida.
Flor celeste, girassol lunar.
Não traz voz, mas pulsar cardíaco.
Sorri, pois sabe que lhe espero.
Olhe-me, e lhe descubro oculta.
E finge estar perdida,mas sei que lhe encontro.
E acompanha horas que se foram,
E se aninha no crepuscular da tarde,
na aurora que rompe a madrugada.
Flor que viajou despida de corpo,
que veio apenas na forma de essência.
E visita para depois deixar apenas fragrância,
perfume que encanta e traduz saudade.
Saudade de que, se é objeto oculto?
Se faz-se de mentira cheia de verdades?
Buquê de rosas, espinhos e pétalas.
E no toque de carícia, oculta-se nos espelhos,
no mundo virtual de sua irrealidade.
E brinda o cálice de doçura e fel,
pois que traz contradição de ser.
E ser é inevitável, não tem rota de fuga,
pois que se encontra no horário,
na data marcada, no tempo perdido,
nas vozes que cantam uma canção,
nas poesias que desfizeram-se em sílabas
que desmontaram-se em letras,
que fizeram o caos viver em harmonia,
que criaram sementes na primavera,
que fugiram levando os outonos,
que roubaram o frio do invernoe criaram o seu próprio verão.
E no calor de si, no afeto suave,
fez-se beijo na face, trocou carícias,
para depois depositar-se nos lábios
que, em seu silêncio, perderam palavras.
Murmuram dizeres, sons sem sentidos
que brotaram em significados,
em sentidos e sentimentos
que, por fim, fizeram-se emoções
que repousaram num cantinho do coração.

Primavera -Cecília Meireles

A primavera chegará, mesmo que ninguém mais saiba seu nome, nem acredite no calendário, nem possua jardim para recebê-la. A inclinação do sol vai marcando outras sombras; e os habitantes da mata, essas criaturas naturais que ainda circulam pelo ar e pelo chão, começam a preparar sua vida para a primavera que chega.Finos clarins que não ouvimos devem soar por dentro da terra, nesse mundo confidencial das raízes, — e arautos sutis acordarão as cores e os perfumes e a alegria de nascer, no espírito das flores.Há bosques de rododendros que eram verdes e já estão todos cor-de-rosa, como os palácios de Jeipur. Vozes novas de passarinhos começam a ensaiar as árias tradicionais de sua nação. Pequenas borboletas brancas e amarelas apressam-se pelos ares, — e certamente conversam: mas tão baixinho que não se entende.Oh! Primaveras distantes, depois do branco e deserto inverno, quando as amendoeiras inauguram suas flores, alegremente, e todos os olhos procuram pelo céu o primeiro raio de sol.Esta é uma primavera diferente, com as matas intactas, as árvores cobertas de folhas, — e só os poetas, entre os humanos, sabem que uma Deusa chega, coroada de flores, com vestidos bordados de flores, com os braços carregados de flores, e vem dançar neste mundo cálido, de incessante luz.Mas é certo que a primavera chega. É certo que a vida não se esquece, e a terra maternalmente se enfeita para as festas da sua perpetuação.Algum dia, talvez, nada mais vai ser assim. Algum dia, talvez, os homens terão a primavera que desejarem, no momento que quiserem, independentes deste ritmo, desta ordem, deste movimento do céu. E os pássaros serão outros, com outros cantos e outros hábitos, — e os ouvidos que por acaso os ouvirem não terão nada mais com tudo aquilo que, outrora se entendeu e amou.Enquanto há primavera, esta primavera natural, prestemos atenção ao sussurro dos passarinhos novos, que dão beijinhos para o ar azul. Escutemos estas vozes que andam nas árvores, caminhemos por estas estradas que ainda conservam seus sentimentos antigos: lentamente estão sendo tecidos os manacás roxos e brancos; e a eufórbia se vai tornando pulquérrima, em cada coroa vermelha que desdobra. Os casulos brancos das gardênias ainda estão sendo enrolados em redor do perfume. E flores agrestes acordam com suas roupas de chita multicor.Tudo isto para brilhar um instante, apenas, para ser lançado ao vento, — por fidelidade à obscura semente, ao que vem, na rotação da eternidade. Saudemos a primavera, dona da vida — e efêmera.

Texto extraído do livro "Cecília Meireles - Obra em Prosa - Volume 1",
Editora Nova Fronteira - Rio de Janeiro, 1998, pág. 366.

Relacionamento - Pr. Hernandes Dias Lopes

O que fazer para salvar seu casamento
O casamento é uma bênção, mas também pode ser um problema. Ele é uma fonte de felicidade, mas também pode ser um poço de frustrações. O casamento é um jardim engrinaldado de flores, mas também pode ser um deserto inóspito. O casamento é um canal aberto de comunicação, mas também pode ser o reduto do silêncio gelado ou das acusações amargas. O casamento pode ser a expressão dos sonhos mais belos, mas também pode ser a carranca dos pesadelos mais assombrosos.
Há casamentos que começaram bem e acabaram mal. Há outros que começaram com juras de amor e terminaram com mágoas profundas. Há casamentos que se perderam na jornada da vida e andam errantes pelos labirintos escuros da infidelidade. Há casamentos doentes, que precisam de cura; casamentos quebrados, que precisam de restauração; casamentos tristes, que precisam de alegria. Há casamentos em que o amor está com o tanque vazio, andando na reserva. Há casamentos que já caíram na rotina, andando no piloto automático. O que fazer para salvar seu casamento? É preciso fazer um tratamento intensivo com o remédio do amor. O amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba. Ele é mais forte do que a morte e as muitas águas não podem apagá-lo. Mas, como você pode demonstrar esse amor pelo seu cônjuge?
1 - Você ama seu cônjuge quando declara seu amor por ele. O amor não é apenas um sentimento a ser guardado no coração, mas uma atitude a ser demonstrada com a vida e uma declaração a ser proclamada com os lábios. Quem ama, declara que ama. O amor precisa ser verbalizado. Não é suficiente falar para os outros que amamos nosso cônjuge; precisamos dizer isso para ele. Não é suficiente reconhecer o valor e as virtudes do nosso cônjuge para terceiros; precisamos demonstrar isso para ele. Amar o seu cônjuge é honrá-lo e distingui-lo dentre milhares. Quando amamos, tornamos isso conhecido com palavras e demonstramos isso com atitudes.
2 - Você ama seu cônjuge quando reserva o melhor do seu tempo para ele. Quem ama tem tempo para a pessoa amada. Quem ama gosta de estar perto da pessoa amada. O casamento não é solidão a dois; é comunhão compartilhada. Encontre tempo para estar com seu cônjuge. Dê o melhor do seu tempo para ele. Dê a melhor da sua atenção para a pessoa com quem um dia você firmou uma aliança de amor. O amor não é egoísta. Ele não visa seus próprios interesses. O amor busca a felicidade do cônjuge mais do que a sua própria. Devemos amar como Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela. Quando amamos nosso cônjuge, desejamo-lo e ansiamos por ele. Quando amamos, temos pressa para receber seu afeto, temos prazer em ouvir sua voz, temos deleite em desfrutar de sua companhia.
3 - Você ama seu cônjuge quando procura todos os meios legítimos para agradá-lo. Quem ama seu cônjuge faz bem a ele e não mal. O amor não fere, balsamiza; o amor não agride, consola; o amor não humilha, exalta; o amor não explora, investe. O amor é mais evidenciado com atitudes nobres do que com palavras lisonjeiras. O amor não se contenta em dizer; ele demonstra. Quem ama procura agradar a pessoa amada. Quem ama a seu cônjuge, a si mesmo se ama. Quem ama seu cônjuge, faz bem a ele todos os dias da sua vida. Esse amor vai além do mero amor rômantico; é o amor de Deus derramado nos nossos corações pelo Espírito Santo: amor paciente, benigno, que não arde em ciúmes, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal nem se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade. Hoje, Deus desafia você e a mim a amarmos nosso cônjuge com esse amor maiúsculo e superlativo!
Por Jornal A Palavra

terça-feira, 7 de setembro de 2010

AJUDANDO UNS AOS OUTROS

(Extraído da Revista Bem-Te-Vi Jardim - Autor desconhecido)

OBS: A história é contada com a mímica das mãos

A Srª Mão Direita tem cinco filhos que sempre andam com ela.
Chamam-se Polegar, Indicador, Dedo do Coração, Anular e Minguinho.
Os dedos se amam e se ajudam mutuamente.
Diz o Polegar: sou gordo e forte, pois faço os trabalhos duros. Quando guardo um objeto eu ajudo de um lado e meus irmãos do outro.
Diz o Indicador: sou alinhado e valente. Entro primeiro no bolso escuro e ajudo o polegar a tirar a oferta do bolso. Ajudo-o também a carregar pequenas coisas, um alfinete, por exemplo.
Diz o dedo do coração: sou alto e, estando no meio de todos, ajudo os dois lados.
Diz o anelar: não sou tão forte como o polegar, nem ágil como indicador, mas também faço a minha parte. Posso ajudar a segurar um copo de água para dar a um amigo!
Depois uma voz fraquinha diz: sou pequeno, mas também ajudo. Sou o Mínimo. Veja como ajudo a agarrar o trinco pra abrir a porta.
A Srª Mão Esquerda também tem cinco filhos, e eles têm os mesmos nomes dos filhos da Srª Mão Direita. Também eles trabalham juntos e descansam. Esta família não sabe fazer nada sózinha, mas ajuda muito bem.
Os filhos da Srª Mão Esquerda dizem aos filhos da Srª Mão Direita:
- Nós os ajudamos a abotoar o casaco, certo?
Os filhos da Srª Mão direita precisavam fazer um embrulho e, não podendo fazê-lo sozinhos, mesmo em cinco, pediram ajuda aos filhos da Srª Mão Esquerda. Alegremente estes os ajudaram. O pacote ficou bonito e todos juntos bateram palmas de alegria. Juntos ofertaram o presente a um amigo.
Quando estamos brincando e deixamos alguma coisa cair, muitas famílias de dedos se aproximam para nos ajudar. A do João, a da Maria, etc.
À noite, a Srª Mão Direita junta seus filhos aos filhos da Srª Mão Esquerda e, juntos, em oração, pedem a Deus para os ajudar a estarem sempre prontos a servir aos outros.
Fonte:http://acaokidstatyamaral.blogspot.com/

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Convite pra morar no Céu

Texto: Lucas 23:42,43
Objetivo Geral: Evangelístico
Material Necessário: Um convite de casamento com convite individual para festa.
Mensagem: (Após a leitura do texto, dê apenas uma visão superficial do que estava acontecendo. Fale do arrependimento do ladrão...) Você já deve ter ido a muitas festas de casamento. Há festas muito lindas. E há festas que nem todas as pessoas podem entrar. Há um convite individual.
Leia aqui (chame uma criança para ler o convite e mostre-lhe o convite individual para a festa de casamento). O que diz este papel menor? Ah! É a entrada para a festa. A pessoa só entra na festa se tiver este convite pequeno aqui.
Há seguranças na porta que conferem isso tudo. Não adianta tentar entrar sem convite. Os noivos convidam a pessoa, mas a pessoa aceita se quiser. Ninguém obriga o outro a ir a uma festa de casamento.
Você sabia que para ir para o céu também precisa de um convite? Deus é quem mora no céu e é ele quem nos convida para irmos morar no céu com Ele.
Mas para irmos para o céu, precisamos pedir para que Jesus entre em nosso coração e o limpe de todas as coisas erradas que fizemos. No céu não entra ninguém, que tenha o coração sem Jesus.
A Biblía diz em João 3:16 que Deus amou o mundo de uma maneira tão especial que mandou o seu único filho para que todas as pessoas que crerem em Jesus não morra, mas tenha a vida Eterna, ou seja: morar no Céu.
Para entrarmos no céu precisamos de um coração limpo.
Em muitos casamentos só entra na festa quem tiver o convite.
No céu só entra quem tiver o coração limpo.

Fonte:http://acaokidstatyamaral.blogspot.com