segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Zilá, a abelha Evelyn Heine

Numa colméia, vivia uma abelha bem velhinha chamada Zilá.
Zilá já estava até de antenas branquinhas. De tão velhinha! Voava baixinho, devagarinho... E andava tão esquecida a Zilá!
Esquecia a receita do mel...
Se alguém anotasse, esquecia onde estava o papel.
Cada dia ela trazia um quitute diferente! Saía logo cedinho e voltava toda contente.
Era gelatina.
Era iogurte.
Era chocolate quente.
Um dia a Zilá pousou numa flor de maracujá.
E fez uma musse.
Quem iria reclamar? Outro dia pousou numa flor de laranjeira.
Que arteira, trouxe sorvete!
Foi-se a tigela inteira!
No outro, na flor de pessegueira preparou uma geléia. Boa idéia! Na verdade, ninguém reclamava. A turma toda adorava!
Quando ela vinha chegando, com seu jeito sossegado, logo iam perguntando: — O que tem hoje, Dona Zilá? — Não me lembro, deixa eu ver... ah, sim... pudim de morango!
E a colméia inteira, que só sabia fazer mel, achava que Dona Zilá era um presente do céu! Recebia tratamento melhor do que a rainha. Seu defeito, seu talento, era ser esquecidinha! No outro, na flor de pessegueira preparou uma geléia. Boa idéia! Na verdade, ninguém reclamava. A turma toda adorava!
Quando ela vinha chegando, com seu jeito sossegado, logo iam perguntando: — O que tem hoje, Dona Zilá? — Não me lembro, deixa eu ver... ah, sim... pudim de morango!
E a colméia inteira, que só sabia fazer mel, achava que Dona Zilá era um presente do céu! Recebia tratamento melhor do que a rainha. Seu defeito, seu talento, era ser esquecidinha!

Um comentário:

  1. Oi Professora

    Agradeço sua visita. Já conheci seus blogs. São ricos em conteúdos, gostei muito e já sou seguidora de ambos. Disse que não conseguiu adiconar meu blog, eu sigo os passos abaixo:
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    Não tem erro.

    Até qualquer hora!

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