Postagens

Religiosidade sem religião

Como pode o mestre ajudar o discípulo a viver a religiosidade sem religião? Esta é a coisa mais simples do mundo. O inverso é o mais difícil: é quase impossível ser religioso e fazer parte de uma religião organizada. Mas, apenas ser religioso, sem fazer parte de qualquer religião é a coisa mais simples. Você tem que entender o que religiosidade significa para mim. Para mim, religiosidade significa uma gratidão para com a existência. Ela lhe deu tanto que não há como você reembolsá-la. Ouvi contar... Um homem ia cometer suicídio e um mestre estava sentado à beira do rio onde ele ia se jogar. O mestre disse: ‘Espere um pouco! Espere! Você vai cometer suicídio?’ O homem disse, ‘Quem é você para me impedir?’ O mestre lhe disse, ‘Eu não estou impedindo você. Na verdade, eu gostaria de vê-lo cometendo suicídio, mas antes de fazê-lo, se você puder doar os seus dois olhos, porque o rei deste país ficou cego e os médicos disseram que se alguém puder do...

Religiosidade sem religião

Como pode o mestre ajudar o discípulo a viver a religiosidade sem religião? Esta é a coisa mais simples do mundo. O inverso é o mais difícil: é quase impossível ser religioso e fazer parte de uma religião organizada. Mas, apenas ser religioso, sem fazer parte de qualquer religião é a coisa mais simples. Você tem que entender o que religiosidade significa para mim. Para mim, religiosidade significa uma gratidão para com a existência. Ela lhe deu tanto que não há como você reembolsá-la. Ouvi contar... Um homem ia cometer suicídio e um mestre estava sentado à beira do rio onde ele ia se jogar. O mestre disse: ‘Espere um pouco! Espere! Você vai cometer suicídio?’ O homem disse, ‘Quem é você para me impedir?’ O mestre lhe disse, ‘Eu não estou impedindo você. Na verdade, eu gostaria de vê-lo cometendo suicídio, mas antes de fazê-lo, se você puder doar os seus dois olhos, porque o rei deste país ficou cego e os médicos disseram que se alguém puder do...

Continuaçao: RELIGIOSADE SEM RELIGIÃO

Ele é uma bela peça de arquitetura. Por que você o está destruindo? Ele não faz mal a ninguém.’ E a pessoa diz, ‘Sozinha? Não, sozinha eu não conseguiria fazer isto, mas todo mundo está fazendo. E eu também sou um hindu e os hindus têm que estar unidos.’ Unidos para que? Para matar e queimar pessoas vivas? Por milhares de anos, as religiões nada mais têm sido senão matar, assassinar e queimar. E toda a estratégia delas é que a multidão tem sua própria psicologia. Simplesmente não deixe que o indivíduo esteja separado, caso contrário você não conseguirá fazer com que ele estupre uma mulher, queime uma casa ou mate uma criança. Basta mantê-lo dentro da multidão e quando todo mundo estiver fazendo alguma coisa ele começará a fazer também, o seu animal saltará para a superfície. Certa vez eu estava sentado numa livraria e de repente ocorreu um levante. Do outro lado da rua havia uma loja muito bonita cheia de relógios. E as pessoas começaram a tir...

Texto para ser usado em aulas com tópicos sobre a variação lingüística

.Serve bem à exemplificação das variações da língua. Drama verídico e gerado por virgulazinhas mal postas, cúmplices de tantas reticências.Praxedes é gramático. Aristarco também. Com esses nomes não poderiam ser cantores de rock. Os dois trabalham num jornal. Praxedes despacha as questiúnculas à tarde. Aristarco, à noite. Um jamais concordou com uma vírgula sequer do outro, e é lógico que seja assim. Seguem correntes diversas. A gramática tem isso: é democrática. Permitindo mil versões, dá a quem sustenta uma delas o prazer de vencer.Praxedes é um santo homem. Aristarco também. Assinam listas, compram rifas, ajudam quem precisa. E são educados. A voz dos dois é mansa, quase um sussurro. Mas que ninguém se atreva a discordar de um pronome colocado por Praxedes. Ou de uma crase posta por Aristarco. Se a conversa ameaça escorregar para os verbos defectivos ou para as partículas apassivadoras, melhor escapar enquanto dá. Porque aí cada um deles desanda a bramir como um leão. [...]Para que ...

Texto: A Língua Portuguesa agradece... Nossos ouvidos também.

O texto oferece uma maneira simples de verificar várias palavras que são pronunciadas pelas pessoas de forma incorreta, segundo a variante padrão da linguagem. Com algumas pequenas adaptações é possível utilizá-lo em sala de aula. Certamente renderá uma aula leve e até divertida. Pode-se também distribuir aos alunos a título de curiosidade. Certamente eles aprenderão a pronuncia correta de algumas palavras. Não diga: -Menas (sempre menos)- Iorgute (iogurte)- (mortadela)- Mendingo (mendigo)- Trabisseiro (travesseiro)- Trezentas gramas (é O grama e não A grama)- Di menor, di maior (é simplesmente maior ou menor de idade)- Cardaço (cadarço)- Asterístico (asterisco)- Beneficiente (beneficente - lembre-se de Beneficência Portuguesa)- Meia cansada (meio cansada) A forma correta de pronunciar é a que está entre parênteses. Lembre-se também: - Mal - Bem- Mau - Bom- A casa é GEMINADA (do latim geminare = duplicar) e não GERMINADA que vem de germinar, nascer, brotar- O certo é CUSPIR e não GOSPI...

PARA SE PENSAR...RELATO DE UMA PROFESSORA

Semana passada comprei um produto que custou R$ 1,58. Dei à balconista R$ 2,00 e peguei na minha bolsa 8 centavos, para evitar receber ainda mais moedas. A balconista pegou o dinheiro e ficou olhando para a máquina registradora, aparentemente sem saber o que fazer. Tentei explicar que ela tinha que me dar 50 centavos de troco, mas ela não se convenceu e chamou o gerente para ajudá-la. Ficou com lágrimas nos olhos enquanto o gerente tentava explicar e ela aparentemente continuava sem entender. Por que estou contando isso? Porque me dei conta da evolução do ensino de matemática desde 1950, que foi assim: 1. Ensino de matemática em 1950:Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$ 100,00.O custo de produção desse carro de lenha é igual a 4/5 do preço de venda .Qual é o lucro? 2. Ensino de matemática em 1970:Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$ 100,00.O custo de produção desse carro de lenha é igual a 4/5 do preço devenda ou R$ 80,00.Qual é o lucro? 3. Ensino de matem...

GINÁSTICA HISTORIADA

Cada criança deve dramatizar a história, na medida em que a professora vai narrando, alguns podem ser a menina, outros a sementinha, outros a chuva e outros o solzinho, ou as crianças podem ser a sementinha, enquanto a educadora dramatiza os personagens restantes.Era uma vez uma menina que se preocupava muito com as plantinhas, certo dia ela cavou um buraquinho na areia bem fofa, dentro dele colocou uma linda sementinha, (agora as crianças serão a sementinha). A sementinha era bem pequenina e estava toda encolhidinha, como que se estivesse sentindo muito, muito frio, mas ficou paradinha ali na terra fofinha como se estivesse dormindo. De repente começou a sentir uma sensação muito agradável, a sementinha então, se sentia protegida. Logo pela manhã o sol chegou seus raiozinhos aos poucos penetraram a terra e aqueceram a sementinha, que acordou com o calorzinho. Quando veio a chuva suas gotinhas fininhas penetraram a areia fofinha e deram um gostoso beijinho na sementinha, feliz, a semen...